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Tá na hora de crescer
Ter objetivos é fundamental!
por Gregory Martins
O pior tipo de pessoa que tive o desprazer de conhecer na vida até o momento são pessoas sem objetivo. Uma categoria de gente que flutua no vácuo onde nada tem importância, tudo é uma questão de milagre.

Objetivos de vida são possivelmente as únicas escolhas racionais que fazemos que estão livres de todo e qualquer julgamento. Você faz o que quiser da sua vida e não importa o que você queira… desde que queira algo (e que esteja dentro das leis). Entre os objetivos estão localizados 3 lapsos de tempo importantes: desejos a curto, médio e longo prazo. A curto prazo são objetivos previstos para se realizarem em algumas semanas ou poucos meses, não é como ‘Desejo comer chocolate quando chegar em casa’. O chocolate é apenas uma distração, uma futilidade. Dificilmente você irá se lembrar de cada chocolate que desejou e quando desejou, onde comprou e onde comeu, certo? Distrações! A médio podem ser objetivos como trabalhar mais e garantir um aumento, e a longo são objetivos como constituir uma família ou ser eternamente solteiro e/ou bem sucedido.

Conheço um número assustadoramente grande de pessoas que desejam de todo coração conhecer alguém legal, casar, ter uma casa, um carro e filhos. E também é bastante assustador vê-las falando isso enquanto estão completamente bêbadas prontas para saírem da balada e irem para a casa do primeiro cara que as convidar para algo casual. Uma hora a adolescência passa (ou não, para alguns) e se a vida tem alguma lógica, uma delas é que nada acontece se você não corre atrás do que quer. Não é só esperar conhecer alguém legal, é ser legal para esse alguém. A probabilidade de algo casual saindo da balada dar certo nesses parâmetros é de uma em milhões, e se houver 1% de chances tenha 99% de bom senso e desista. A menos, é claro, que você queira ser aquele corpo que todo mundo já ‘conquistou’. Se for o caso, você esta fazendo certinho.

‘Meu objetivo de vida é ser feliz’. Dificilmente alguém deseja em 10 anos estar emocionalmente devastado e propositalmente miserável. A felicidade é a fagulha, o motivo pelo qual queremos fazer algo por nós mesmos. Somos extremamente suscetíveis à indústria televisiva e cinematográfica onde, em sua maioria, tudo dá certo no final. Mas se você parar para pensar… nada te garante isso. Então é muito mais fácil pensar em Carpe Diem (anos 90 estão aí para isso!) e focar no presente, afinal se não aproveitarmos bem o presente não aproveitaremos a vida. No entanto, se aproveitar a vida é não ter futuro… tem alguma coisa errada nessa teoria.

Quantas vezes pensamos como o futuro pode ser bom? Que o passado era tudo o que sempre quisemos? E que o presente não está lá essas coisas? Acredito que viver apenas o presente seja tão ruim quanto viver apenas o passado ou o futuro. Vivendo apenas o presente, como 10 em 10 ‘modelos’ adoram falar em programas populares, é a certeza de que algo dará muito errado no futuro. É a certeza de que gastaremos um dinheiro não garantido em coisas igualmente sem segurança apenas pelo prazer momentâneo. É a certeza de que ‘aquela’ pessoa certa não irá te considerar da mesma forma tendo em vista o que você faz para seu prazer imediato. É a certeza de que a ausência de um plano, um rascunho qualquer da sua vida, irá fazer muita falta.

Ter objetivo não significa que você necessariamente vai viver anos de sacrifício, dor e noites em claro. Significa apenas que você sabe o que faz e por que faz. Ter objetivo evita cair no sedutor mar de infantilidade de algo semelhante a ‘conversas de salão de beleza’ onde quem pega a escova de quem é mais importante do que fazer um bom trabalho. Nos faz escapar de coisas desnecessárias, brigas estúpidas, discussões politicamente corretas que não levam a lugar algum e desentendimentos patéticos. Por tudo isso pessoas com objetivos se destacam. Elas aprendem a se posicionar sobre algo e não precisam da opinião alheia para saberem o que é certo para si.
Tá na hora de crescer. Pegar a mala e sair da casa dos pais é fácil, mas ter uma vida adulta de verdade e algo que você pode chamar de seu é um ponto bem mais complicado. Crescer não quer dizer que você irá se divertir menos, só diz que você terá a maturidade necessária para entender a si mesmo e aos outros. Pode ficar tranquilo que ninguém irá te vestir uma gravata e colocar uma maleta na sua mão no momento em que decidir parar para pensar na vida.

+ O problema dos 20 e poucos anos
É claro que plano de vida mudam a todo o momento, mas a questão não é seguir uma cartilha, mas apenas seguir os passos que você quer no período de tempo que você estipulou. Vale a pena arregaçar as mangas e fazer algo de bom para si mesmo e nem precisa de muito esforço, basta pensar. Mas se o seu objetivo é não ter objetivos e com isso gastar seu dinheiro e energia vagando pelo vácuo… boa sorte. Afinal, sem julgamentos. - Moda Masculina

Tá na hora de crescer

Ter objetivos é fundamental!

por Gregory Martins

O pior tipo de pessoa que tive o desprazer de conhecer na vida até o momento são pessoas sem objetivo. Uma categoria de gente que flutua no vácuo onde nada tem importância, tudo é uma questão de milagre.

Um milagre e a vida adulta

Objetivos de vida são possivelmente as únicas escolhas racionais que fazemos que estão livres de todo e qualquer julgamento. Você faz o que quiser da sua vida e não importa o que você queira… desde que queira algo (e que esteja dentro das leis). Entre os objetivos estão localizados 3 lapsos de tempo importantes: desejos a curto, médio e longo prazo. A curto prazo são objetivos previstos para se realizarem em algumas semanas ou poucos meses, não é como ‘Desejo comer chocolate quando chegar em casa’. O chocolate é apenas uma distração, uma futilidade. Dificilmente você irá se lembrar de cada chocolate que desejou e quando desejou, onde comprou e onde comeu, certo? Distrações! A médio podem ser objetivos como trabalhar mais e garantir um aumento, e a longo são objetivos como constituir uma família ou ser eternamente solteiro e/ou bem sucedido.

Objetivos de vida aos 20 e poucos

Conheço um número assustadoramente grande de pessoas que desejam de todo coração conhecer alguém legal, casar, ter uma casa, um carro e filhos. E também é bastante assustador vê-las falando isso enquanto estão completamente bêbadas prontas para saírem da balada e irem para a casa do primeiro cara que as convidar para algo casual. Uma hora a adolescência passa (ou não, para alguns) e se a vida tem alguma lógica, uma delas é que nada acontece se você não corre atrás do que quer. Não é só esperar conhecer alguém legal, é ser legal para esse alguém. A probabilidade de algo casual saindo da balada dar certo nesses parâmetros é de uma em milhões, e se houver 1% de chances tenha 99% de bom senso e desista. A menos, é claro, que você queira ser aquele corpo que todo mundo já ‘conquistou’. Se for o caso, você esta fazendo certinho.

Os 20 e poucos anos e a maturidade

‘Meu objetivo de vida é ser feliz’. Dificilmente alguém deseja em 10 anos estar emocionalmente devastado e propositalmente miserável. A felicidade é a fagulha, o motivo pelo qual queremos fazer algo por nós mesmos. Somos extremamente suscetíveis à indústria televisiva e cinematográfica onde, em sua maioria, tudo dá certo no final. Mas se você parar para pensar… nada te garante isso. Então é muito mais fácil pensar em Carpe Diem (anos 90 estão aí para isso!) e focar no presente, afinal se não aproveitarmos bem o presente não aproveitaremos a vida. No entanto, se aproveitar a vida é não ter futuro… tem alguma coisa errada nessa teoria.

Viver no passado pode ser um problema do novo adulto

Quantas vezes pensamos como o futuro pode ser bom? Que o passado era tudo o que sempre quisemos? E que o presente não está lá essas coisas? Acredito que viver apenas o presente seja tão ruim quanto viver apenas o passado ou o futuro. Vivendo apenas o presente, como 10 em 10 ‘modelos’ adoram falar em programas populares, é a certeza de que algo dará muito errado no futuro. É a certeza de que gastaremos um dinheiro não garantido em coisas igualmente sem segurança apenas pelo prazer momentâneo. É a certeza de que ‘aquela’ pessoa certa não irá te considerar da mesma forma tendo em vista o que você faz para seu prazer imediato. É a certeza de que a ausência de um plano, um rascunho qualquer da sua vida, irá fazer muita falta.

Obetivos de vida

Ter objetivo não significa que você necessariamente vai viver anos de sacrifício, dor e noites em claro. Significa apenas que você sabe o que faz e por que faz. Ter objetivo evita cair no sedutor mar de infantilidade de algo semelhante a ‘conversas de salão de beleza’ onde quem pega a escova de quem é mais importante do que fazer um bom trabalho. Nos faz escapar de coisas desnecessárias, brigas estúpidas, discussões politicamente corretas que não levam a lugar algum e desentendimentos patéticos. Por tudo isso pessoas com objetivos se destacam. Elas aprendem a se posicionar sobre algo e não precisam da opinião alheia para saberem o que é certo para si.

Tá na hora de crescer. Pegar a mala e sair da casa dos pais é fácil, mas ter uma vida adulta de verdade e algo que você pode chamar de seu é um ponto bem mais complicado. Crescer não quer dizer que você irá se divertir menos, só diz que você terá a maturidade necessária para entender a si mesmo e aos outros. Pode ficar tranquilo que ninguém irá te vestir uma gravata e colocar uma maleta na sua mão no momento em que decidir parar para pensar na vida.

Objetivos de vida e novos adultos

+ O problema dos 20 e poucos anos

É claro que plano de vida mudam a todo o momento, mas a questão não é seguir uma cartilha, mas apenas seguir os passos que você quer no período de tempo que você estipulou. Vale a pena arregaçar as mangas e fazer algo de bom para si mesmo e nem precisa de muito esforço, basta pensar. Mas se o seu objetivo é não ter objetivos e com isso gastar seu dinheiro e energia vagando pelo vácuo… boa sorte. Afinal, sem julgamentos.




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17, Maio, 2013

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TrendyMen: Bruce Pask
O básico maduro
por Raphael Debei

Boa sexta a todos, mais uma TrendyMen está no ar trazendo o estilo de homens que nos inspiram na construção de looks masculinos contemporâneos. Nosso escolhido de hoje, é stylist, especialista em moda masculina e nada mais, nada menos do que diretor de moda masculina da T Magazine do The New York Times.

Bruce Pask, já não é mais um jovem stylist e todo o conhecimento e olhar de anos, sem dúvida refletem seu estilo e modo de vestir. Bruce é básico e clássico, trenchs, paletós navy, camisas brancas e jeans sem lavagem mas, nesse mundo sóbrio da moda masculina misturam-se elementos que dão vida aos looks como os lenços amarrados no pescoço, as gravatas por dentro da camisa, combinações de paletó e bermuda e jaqueta jeans com camisa e gravata.

O stylist é mais um dos nossos escolhidos que fazem looks interessantes do básico e mais uma fonte de inspiração. Para comprovar, dê uma olhada nos looks dele e inspire-se!
 - Moda Masculina

TrendyMen: Bruce Pask

O básico maduro

por Raphael Debei

Boa sexta a todos, mais uma TrendyMen está no ar trazendo o estilo de homens que nos inspiram na construção de looks masculinos contemporâneos. Nosso escolhido de hoje, é stylist, especialista em moda masculina e nada mais, nada menos do que diretor de moda masculina da T Magazine do The New York Times.

Bruce Pask

Bruce Pask, já não é mais um jovem stylist e todo o conhecimento e olhar de anos, sem dúvida refletem seu estilo e modo de vestir. Bruce é básico e clássico, trenchs, paletós navy, camisas brancas e jeans sem lavagem mas, nesse mundo sóbrio da moda masculina misturam-se elementos que dão vida aos looks como os lenços amarrados no pescoço, as gravatas por dentro da camisa, combinações de paletó e bermuda e jaqueta jeans com camisa e gravata.

O stylist é mais um dos nossos escolhidos que fazem looks interessantes do básico e mais uma fonte de inspiração. Para comprovar, dê uma olhada nos looks dele e inspire-se!

Coluna TrendMen




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Only God Forgives 
Kill Bill, Ryan Gosling e diretor de Drive se encontram na cena do crime organizado de Bangkok
por Pedro Wallach 
É quase impossível assistir ao trailer de Only God Forgives e não se lembrar de Tarantino. Se a princípio parece uma tentativa suja de repetir o estilo de direção deste, com o passar do vídeo, notamos uma realidade e sensibilidade diferentes.

Diferente de Tarantino, em que os filmes têm cenas consistentes e um apelo natural à violência, notamos na construção das cenas de Nicolas Winding Refn sensibilidade, realismo, fragilidade e personagens mais humanos, tão presentes em seu fantástico último filme, ‘Drive’. Enquanto Tarantino cria sua visão do nosso mundo com distanciamento, Nicolas se aproxima ao dar visceralidade a um filme surreal e ao trazê-lo para nossa realidade. 

Ryan Gosling e o diretor Nicolas Winding Refn
Estilos de direção à parte, ‘Only God Forgives’ contará a história de um clube de Muai Thai dirigido por Julian (Ryan Gosling) que é mantido para disfarçar os negócios da família com o contrabando. A reviravolta ocorre quando o irmão de Julian é morto e sua mãe retorna para obrigá-lo a perseguir e matar a pessoa que assassinou seu irmão. 

Julian é um americano que vive em Bangkok e é muito respeitado no submundo do crime na cidade. Sua mãe, Jenny Hopkins, é citada como uma matriarca assustadora e sem compaixão da máfia. Aqui fica clara a influência de Tarantino na carreira de Nicolas – as temáticas e até a construção de personagens são parecidas. Mas, para citar outra diferença, o estilo de Nicolas tem um ar latino não tão presente em Tarantino. 

‘Only God Forgives’ estreia nos cinemas americanos no dia 19 de julho e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil. O longa foi selecionado para concorrer a Palme d’Or no Festival de Cannes deste ano – que inclusive está acontecendo agora - e será exibido no festival no dia 22 de Maio.

Se Nicolas está tentando copiar o estilo de Tarantino, é uma incógnita. O diretor de Kill Bill tem grande influência no meio cinematográfico por sua originalidade indiscutível – do movimento chamado Cinema de Autor. Importante ressaltar que ‘Only God Forgives’ foi feito para ser parte da lista de melhores tipos de filme que podem ser feitos: os que ao mesmo tempo unem o artístico e o comercial. Em outras palavras, tem uma construção artística coesa e profissional, mas não é tedioso e agrada a quem vê. E como o trailer é a forma de sintetizar a forma hedônica do filme e passar suas ideias para o público, nós definitivamente podemos esperar uma incrível obra de arte de Only God Forgives.  - Moda Masculina

Only God Forgives 

Kill Bill, Ryan Gosling e diretor de Drive se encontram na cena do crime organizado de Bangkok

por Pedro Wallach 

É quase impossível assistir ao trailer de Only God Forgives e não se lembrar de Tarantino. Se a princípio parece uma tentativa suja de repetir o estilo de direção deste, com o passar do vídeo, notamos uma realidade e sensibilidade diferentes.

Only God Forgives

Diferente de Tarantino, em que os filmes têm cenas consistentes e um apelo natural à violência, notamos na construção das cenas de Nicolas Winding Refn sensibilidade, realismo, fragilidade e personagens mais humanos, tão presentes em seu fantástico último filme, ‘Drive’. Enquanto Tarantino cria sua visão do nosso mundo com distanciamento, Nicolas se aproxima ao dar visceralidade a um filme surreal e ao trazê-lo para nossa realidade. 

Ryan Gsling e o diretor de Only God Forvies

Ryan Gosling e o diretor Nicolas Winding Refn

Estilos de direção à parte, ‘Only God Forgives’ contará a história de um clube de Muai Thai dirigido por Julian (Ryan Gosling) que é mantido para disfarçar os negócios da família com o contrabando. A reviravolta ocorre quando o irmão de Julian é morto e sua mãe retorna para obrigá-lo a perseguir e matar a pessoa que assassinou seu irmão. 

Julian é um americano que vive em Bangkok e é muito respeitado no submundo do crime na cidade. Sua mãe, Jenny Hopkins, é citada como uma matriarca assustadora e sem compaixão da máfia. Aqui fica clara a influência de Tarantino na carreira de Nicolas – as temáticas e até a construção de personagens são parecidas. Mas, para citar outra diferença, o estilo de Nicolas tem um ar latino não tão presente em Tarantino. 

Only God Forgives

‘Only God Forgives’ estreia nos cinemas americanos no dia 19 de julho e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil. O longa foi selecionado para concorrer a Palme d’Or no Festival de Cannes deste ano – que inclusive está acontecendo agora - e será exibido no festival no dia 22 de Maio.

Only God Forgives

Se Nicolas está tentando copiar o estilo de Tarantino, é uma incógnita. O diretor de Kill Bill tem grande influência no meio cinematográfico por sua originalidade indiscutível – do movimento chamado Cinema de Autor. Importante ressaltar que ‘Only God Forgives’ foi feito para ser parte da lista de melhores tipos de filme que podem ser feitos: os que ao mesmo tempo unem o artístico e o comercial. Em outras palavras, tem uma construção artística coesa e profissional, mas não é tedioso e agrada a quem vê. E como o trailer é a forma de sintetizar a forma hedônica do filme e passar suas ideias para o público, nós definitivamente podemos esperar uma incrível obra de arte de Only God Forgives. 




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EcoGuy: 8 olhares sobre sustentabilidade
Sustentabilidade, a palavra da moda, é muito mais do que plantar uma árvore
por André Chiarati
Se há uma coisa que anda causando a maior confusão é essa tal de sustentabilidade. É a palavra da moda, do verde, da luta por um mundo melhor. Embora todos os holofotes estejam voltados para ela, o conceito em si ainda é pouco compreendido - seja por aqueles que falam quanto aos que ouvem sobre. Geralmente está associada ao meio ambiente, à discussão a respeito do aquecimento global e o esgotamento dos recursos naturais. Concordo com a legitimidade da discussão, contudo, ela causa uma distorção no significado e a restringe às questões ambientais. A coisa toda vai muito além disso!

Se o processo é possível de se manter e de melhorar ao longo do tempo, sem comprometer a capacidade das gerações futuras em se satisfazer, então é sustentável. A insustentabilidade comanda processos que se esgotam. Sustentabilidade não depende apenas de questões ambientais, e sim da combinação equilibrada também dos aspectos sociais, econômicos, políticos e culturais. Um tripé que precisa dos três pilares (econômico, ambiental e social) bem estruturados e apoiados para se manter em pé.

Dados científicos mostram que o atual modelo de desenvolvimento é insustentável e ameaça a sobrevivência inclusive da espécie humana: destruímos quase a metade das grandes florestas do planeta; liberamos imensa quantidade de dióxido de carbono e outros gases causadores de efeito estufa; cerca de 50 mil espécies de plantas e animais desaparecem todos os anos e, em sua maior parte, em decorrência de atividades humanas; 1% dos mais ricos da humanidade recebe o mesmo que os 57% mais pobres; 65% da fertilidade das terras cultivadas foram perdidas e 15% do solo está em processo de desertificação. Não é um contexto animador, mas mostra a necessidade de pensarmos em um modelo de desenvolvimento sustentável. Acima de tudo, de torná-lo possível.

Para deixar claro, nada melhor do que exemplos e situações práticas para elucidar a sustentabilidade e a insustentabilidade. Para isso lanço mão de oito exemplos usados por Oded Grajew, empresário e idealizador do Fórum Social Mundial, coordenador da secretaria executiva da Rede Nossa São Paulo e presidente emérito do Instituto Ethos:

1 - Esgotar recursos naturais não é sustentável. Reciclar e evitar desperdícios é sustentável.

2 - Corrupção é insustentável. Ética é sustentável. Violência é insustentável. Paz é sustentável.

3 - Desigualdade é insustentável. Justiça social é sustentável. Baixos indicadores educacionais são insustentáveis. Educação de qualidade para todos é sustentável.

4 - Ditadura e autoritarismo são insustentáveis. Democracia é sustentável. Trabalho escravo e desemprego são insustentáveis. Trabalho decente para todos é sustentável.

5 - Poluição é insustentável. Ar e águas limpos são sustentáveis. Encher as cidades de carros é insustentável. Transporte coletivo e de bicicletas é sustentável.

6 - Solidariedade é sustentável. Individualismo é insustentável.

7 - Cidade comandada pela especulação imobiliária é insustentável. Cidade planejada para que cada habitante tenha moradia digna, trabalho, serviços e equipamentos públicos por perto é sustentável.

8- Sociedade que maltrata crianças, idosos e deficientes não é sustentável. Sociedade que cuida de todos é sustentável.

Agora que ficou mais claro que “focinho de porco não é tomada”, que tal repensarmos em nossas ações e atitudes? Está na hora de uma mudança, seja ela radical ou gradual. O lance é não ficar parado! - Moda Masculina

EcoGuy: 8 olhares sobre sustentabilidade

Sustentabilidade, a palavra da moda, é muito mais do que plantar uma árvore

por André Chiarati

Se há uma coisa que anda causando a maior confusão é essa tal de sustentabilidade. É a palavra da moda, do verde, da luta por um mundo melhor. Embora todos os holofotes estejam voltados para ela, o conceito em si ainda é pouco compreendido - seja por aqueles que falam quanto aos que ouvem sobre. Geralmente está associada ao meio ambiente, à discussão a respeito do aquecimento global e o esgotamento dos recursos naturais. Concordo com a legitimidade da discussão, contudo, ela causa uma distorção no significado e a restringe às questões ambientais. A coisa toda vai muito além disso!

Sustentabilidade urbana

Se o processo é possível de se manter e de melhorar ao longo do tempo, sem comprometer a capacidade das gerações futuras em se satisfazer, então é sustentável. A insustentabilidade comanda processos que se esgotam. Sustentabilidade não depende apenas de questões ambientais, e sim da combinação equilibrada também dos aspectos sociais, econômicos, políticos e culturais. Um tripé que precisa dos três pilares (econômico, ambiental e social) bem estruturados e apoiados para se manter em pé.

Sustentabilidade econômica

Dados científicos mostram que o atual modelo de desenvolvimento é insustentável e ameaça a sobrevivência inclusive da espécie humana: destruímos quase a metade das grandes florestas do planeta; liberamos imensa quantidade de dióxido de carbono e outros gases causadores de efeito estufa; cerca de 50 mil espécies de plantas e animais desaparecem todos os anos e, em sua maior parte, em decorrência de atividades humanas; 1% dos mais ricos da humanidade recebe o mesmo que os 57% mais pobres; 65% da fertilidade das terras cultivadas foram perdidas e 15% do solo está em processo de desertificação. Não é um contexto animador, mas mostra a necessidade de pensarmos em um modelo de desenvolvimento sustentável. Acima de tudo, de torná-lo possível.

8 exemplos de sustentabilidade

Para deixar claro, nada melhor do que exemplos e situações práticas para elucidar a sustentabilidade e a insustentabilidade. Para isso lanço mão de oito exemplos usados por Oded Grajew, empresário e idealizador do Fórum Social Mundial, coordenador da secretaria executiva da Rede Nossa São Paulo e presidente emérito do Instituto Ethos:

1 - Esgotar recursos naturais não é sustentável. Reciclar e evitar desperdícios é sustentável.

2 - Corrupção é insustentável. Ética é sustentável. Violência é insustentável. Paz é sustentável.

3 - Desigualdade é insustentável. Justiça social é sustentável. Baixos indicadores educacionais são insustentáveis. Educação de qualidade para todos é sustentável.

4 - Ditadura e autoritarismo são insustentáveis. Democracia é sustentável. Trabalho escravo e desemprego são insustentáveis. Trabalho decente para todos é sustentável.

5 - Poluição é insustentável. Ar e águas limpos são sustentáveis. Encher as cidades de carros é insustentável. Transporte coletivo e de bicicletas é sustentável.

6 - Solidariedade é sustentável. Individualismo é insustentável.

7 - Cidade comandada pela especulação imobiliária é insustentável. Cidade planejada para que cada habitante tenha moradia digna, trabalho, serviços e equipamentos públicos por perto é sustentável.

8- Sociedade que maltrata crianças, idosos e deficientes não é sustentável. Sociedade que cuida de todos é sustentável.

Agora que ficou mais claro que “focinho de porco não é tomada”, que tal repensarmos em nossas ações e atitudes? Está na hora de uma mudança, seja ela radical ou gradual. O lance é não ficar parado!




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Como se pronuncia o nome das grifes?
Um guia fácil para quem tem essa dúvida
por Gregory Martins

Lá no início do TrendCoffee uma das primeiras coisas que procurei foram referências de como se pronunciava corretamente o nome das grandes marcas de moda do mundo por sempre ter essa dúvida.
Não adianta! Somos brasileiros, nativos em um língua utilizada em poucos países e todos os dias forçados em direção à línguas mais globalizadas com status de primeiro mundo, como o inglês e o francês. Pessoalmente não acredito que seja necessário ter a pronúncia perfeita, seja nos nomes das grifes ou na vida cotidiana. Acredito que nos preocupemos demais em agradar o estrangeiro em nosso país e eles se preocupam de menos com a gente no deles. Mas, para os curiosos, uma olhada nos vídeos rápidos abaixo pode ajudar para tirar suas dúvidas:

No início do mês o Bomoda, um site de moda e estilo chinês, foi às ruas de Nova Iorque perguntar para as pessoas se elas sabiam pronunciar corretamente. O resultado? A gente percebe que não são só os latinos que não são obrigados a saber isso:

A sequência abaixo é para não restar dúvidas. São 5 vídeos do canal Life In Colors 55 que ensina desde as grandes grifes a nomes de perfumes e produtos da MAC.
parte 1

parte 2

parte 3 (Perfumes)

parte 4 (MAC)


Para quem tinha dúvidas… Agora já sabe de tudo. - Moda Masculina

Como se pronuncia o nome das grifes?

Um guia fácil para quem tem essa dúvida

por Gregory Martins

Lá no início do TrendCoffee uma das primeiras coisas que procurei foram referências de como se pronunciava corretamente o nome das grandes marcas de moda do mundo por sempre ter essa dúvida.

Não adianta! Somos brasileiros, nativos em um língua utilizada em poucos países e todos os dias forçados em direção à línguas mais globalizadas com status de primeiro mundo, como o inglês e o francês. Pessoalmente não acredito que seja necessário ter a pronúncia perfeita, seja nos nomes das grifes ou na vida cotidiana. Acredito que nos preocupemos demais em agradar o estrangeiro em nosso país e eles se preocupam de menos com a gente no deles. Mas, para os curiosos, uma olhada nos vídeos rápidos abaixo pode ajudar para tirar suas dúvidas:

No início do mês o Bomoda, um site de moda e estilo chinês, foi às ruas de Nova Iorque perguntar para as pessoas se elas sabiam pronunciar corretamente. O resultado? A gente percebe que não são só os latinos que não são obrigados a saber isso:

A sequência abaixo é para não restar dúvidas. São 5 vídeos do canal Life In Colors 55 que ensina desde as grandes grifes a nomes de perfumes e produtos da MAC.

parte 1

parte 2

parte 3 (Perfumes)

parte 4 (MAC)

Para quem tinha dúvidas… Agora já sabe de tudo.




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A vez dos tricôs
Porque conforto nunca vai sair de moda
por Dhyogo Oliveira
Uma material que há uns quatro invernos muitos homens sequer cogitavam a hipótese de usar. O tricô, por muito tempo, deu lugar a inúmeros outros materiais, mais modernos e com uma ligação muito mais direta com o ‘hoje’, ficando em segundo plano e associado à roupa de vovô por bastante tempo. Mas ele de fato voltou e promete conquistar um lugar fixo no seu guarda-roupa (se já não o conquistou).

O tricô, na verdade, é uma técnica de entrelaçamento de fios, originalmente de lã, mas hoje encontrado em diversos outros materiais como algodão e poliéster, por exemplo. Esses novos recursos se adequam ao mercado atual (a lã é um material mais caro e o poliéster faz o preço cair absurdamente). O toque, no entanto, não necessariamente é pior: há hoje diversas técnicas de acabamento como o amaciamento, que deixa o toque mais soft no tecido e a sensação é – quase – a mesma.

Tricô Osklen
O material é associado ao conforto, aconchego, casa, abraço… Ele complementa a linha de tecidos ‘handmade’ muito em alta hoje em dia. Alguns é possível até ver bem a trama a olho nu, como é o caso da nova coleção da Osklen, que apresentou um tricô com cara de feito manualmente, no último SPFW. E,sim, a promessa é que os tricôs ultrapassem os termômetros e ganhem seu espaço no verão também. Existem tricôs mais leves, até mais que uma camisa de algodão.

As peças que nele se adaptam vão longe, do sweater ao cardigã, coletes, casacos mais pesados e, para o verão, camisas de manga e modelagens mais soltas, usadas por cima de outra peça. Os tricôs trabalhados são a aposta da vez. No lugar de superfícies lisas, eles ganham desenhos e texturas construídas a partir do próprio entrelaçamento, e as cores também estarão presentes: vermelhos, verdes e azuis, por exemplo.
+ Tendência de Inverno: Tricô de ponto largo
+ Tendência de Inverno: Sweater longo
Já vi em muitas lojas de departamento tricôs estampados com motivos étnicos e que são boas opções, mas merecem uma atenção, uma vez que carregam uma tendência que provavelmente não vá durar muito tempo. Já o tricô, esse sim ganhou de vez o seu espaço. É só escolher o seu e bom inverno! - Moda Masculina

A vez dos tricôs

Porque conforto nunca vai sair de moda

por Dhyogo Oliveira

Uma material que há uns quatro invernos muitos homens sequer cogitavam a hipótese de usar. O tricô, por muito tempo, deu lugar a inúmeros outros materiais, mais modernos e com uma ligação muito mais direta com o ‘hoje’, ficando em segundo plano e associado à roupa de vovô por bastante tempo. Mas ele de fato voltou e promete conquistar um lugar fixo no seu guarda-roupa (se já não o conquistou).

Tricô masculino

O tricô, na verdade, é uma técnica de entrelaçamento de fios, originalmente de lã, mas hoje encontrado em diversos outros materiais como algodão e poliéster, por exemplo. Esses novos recursos se adequam ao mercado atual (a lã é um material mais caro e o poliéster faz o preço cair absurdamente). O toque, no entanto, não necessariamente é pior: há hoje diversas técnicas de acabamento como o amaciamento, que deixa o toque mais soft no tecido e a sensação é – quase – a mesma.

Tricô para homens

Tricô Osklen

O material é associado ao conforto, aconchego, casa, abraço… Ele complementa a linha de tecidos ‘handmade’ muito em alta hoje em dia. Alguns é possível até ver bem a trama a olho nu, como é o caso da nova coleção da Osklen, que apresentou um tricô com cara de feito manualmente, no último SPFW. E,sim, a promessa é que os tricôs ultrapassem os termômetros e ganhem seu espaço no verão também. Existem tricôs mais leves, até mais que uma camisa de algodão.

Tricô na moda masculina

As peças que nele se adaptam vão longe, do sweater ao cardigã, coletes, casacos mais pesados e, para o verão, camisas de manga e modelagens mais soltas, usadas por cima de outra peça. Os tricôs trabalhados são a aposta da vez. No lugar de superfícies lisas, eles ganham desenhos e texturas construídas a partir do próprio entrelaçamento, e as cores também estarão presentes: vermelhos, verdes e azuis, por exemplo.

+ Tendência de Inverno: Tricô de ponto largo

+ Tendência de Inverno: Sweater longo

Já vi em muitas lojas de departamento tricôs estampados com motivos étnicos e que são boas opções, mas merecem uma atenção, uma vez que carregam uma tendência que provavelmente não vá durar muito tempo. Já o tricô, esse sim ganhou de vez o seu espaço. É só escolher o seu e bom inverno!




15, Maio, 2013

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