Trend Coffee - Moda Masculina

Um mar de possibilidades na moda masculina

por Gregory Martins

Henrik Vibskov

Foto via denimjeansobserver.com

Antes de tudo, Henrik Vibskov é um nome de destaque na moda masculina com mais de 20 coleções já lançadas para os homens. Seu trabalho é minucioso e repleto de sobreposições que extrapolam a silhueta investigando novos caminhos para o corpo de seus clientes. Formado pela icônica Central St. Martins em Londres, escola que também formou nomes como Alexander McQueen e John Galliano, Vibskov é o único designer escandinavo a estar presente no calendário de moda masculina parisiense. Na web a marca também funciona como boutique onde, além de vender sua própria coleção, conta com grifes como Yohji Yamamoto, Comme Des Garçons e Rick Owens.

Sua coleção de Verão 2015 foi apresentada por duas vezes, em Paris e em Copenhague, com peças muito diferentes das que vemos serem exibidas em desfiles no Brasil. Não que por aqui não tenhamos criatividade suficiente ou criadores eficientes, bem pelo contrário, porém a realidade de mercado não deixa de ser diferente nestas três localidades. Neste mesmo paralelo cabe dizer que a Escandinávia se destaca quando o assunto é design e não é de hoje que esta revolução tem ocorrido. Portanto, nada mais curioso do que observar um estilista do norte gelado europeu formado pela grande escola de moda vanguardista do mundo apresentando sua coleção na - ainda detentora do título de - capital da moda.

Henrik Vibskov

Foto via denimjeansobserver.com

Henrik Vibskov

Foto via lauraholm.com

Henrik Vibskov

Foto via denimjeansobserver.com

Henrik Vibskov segue por uma linha profundamente conceitual explorando a silhueta de forma arrebatadora. O destaque repousa pouco acima da cintura alargando a peça visivelmente na maioria dos looks apresentados, seja contrapondo aos shorts curtos e justos, seja guiando o olhar através de bermudas igualmente amplas. Em outros poucos casos, no entanto, o tronco é coberto por uma malha justa como roupa esportiva e deixa que o quadril se sobressaia isolado coberto por bermudas cintura alta que vão até os joelhos. A coleção como um todo não se guia pelo caráter arquitetural, mas pela languidez e uma certa estranheza que, no caso da moda, pode criar um “must-have” do dia para a noite.

Há recortes, vazados, transparências, preenchimentos, peças coordenadas, chapéus alongados, shorts mais curtos que o casaco, calçados inclassificáveis e uma miscelânea que de tão difusa se torna deliciosamente coesa, além de bem concectada ao histórico da marca, como a coleção The Spaghetti Handjob de Inverno 2014.

O desfile de Vibskov é gradual e um tanto educativo ao abrir com peças curiosas, porém comuns para o local escolhido, e avançando em potência ao longo dos poucos minutos da exibição. Você não leva um soco na cara, pois há uma condução lógica por trás da sequência de recursos, um após o outro, utilizados nas peças. É claro que os sweaters 3D chamam atenção e marcam pontos altos do desfile, mas a sustentação de peças igualmente bem pensadas minimiza o impacto de forma positiva.

A coleção de Verão 2015 de Henrik Vibskov impressiona em diversos fatores, incluindo na lista o sportwear equilibrado com punhos marcados e a alfaiataria relaxada e seus paletós de dois botões com pouca estrutura e ombros timidamente elevados. O desfile é um espetáculo e Henrik Vibskov aproveitou o melhor dele.

Blogueiro de moda masculina Gregory Martins

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O desafio está lançado. E aí, vai encarar?

por Gregory Martins

Heineken Bigoday

Heineken Gigoday - Divulgação

Em comemoração aos bigodes e bigodudos, a Heineken lançou um desafio para quem mora em São Paulo: Você vai na Barbearia 9 de julho na Vila Madalena, em São Paulo, faz o bigode na faixa e ainda ganha uma long neck para comemorar o dia.

Eu sou adepto do bigode e cada vez mais vejo outros caras se unindo ao grupo. E você, nunca teve bigode? Quer experimentar? Essa é a hora! Além de ganhar a experiência, você pode tirar suas dúvidas sobre como manter o bigode em casa e sem complicação. Quer ficar com o bigode igual ao do protagonista (abaixo) da campanha da Heineken? Então, corre que as vagas são limitadas e a brincadeira só é válida hoje (26/08).

Heineken Bigoday

Campanha The City - Divulgação

Ah, pode parecer óbvio, mas não custa avisar: Precisa ter a possibilidade de fazer o bigode, ok? Sem barba não tem como participar.

Vem para o tipo dos bigodudos!

Leia o regulamento.

Barbearia 9 de julho

Rua Purpurina, 299 – Vila Madalena

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Post destinado a maiores de 18 anos. Beba com responsabilidade.

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Demorou, mas chegou!

por Gregory Martins

Pearls Negras

Pearls Negras - Divulgação

Logo que saiu o clipe de “Pensando em você” das Pearls Negras e elas estouraram na web, falei no primeiro post que fizemos sobre o trio aqui no TrendCoffee que “Make It Last” era minha faixa favorita. Um tempo se passou e elas lançaram um novo clipe, mas ao contrário do que eu imaginava, foi para a faixa “Guerreira” que, pessoalmente, não me chama atenção. O tempo passou e, enfim, as meninas do Vidigal lançaram seu terceiro clipe e, desta vez, a faixa escolhida finalmente foi sua criação mais potente.

“Make It Last” é uma faixa que reúne os pontos altos das meninas, como a batida, o encaixe perfeito do potencial de cada uma e letra empolgante. Ao meu ver, esta é a faixa com maior impacto e que carrega um potencial comercial enorme e, pelo mesmo motivo, ainda não tinha entendido a demora em lançar ela como single.

Há poucos minutos, depois de ver o clipe, senti minha expectativa ruir. A faixa ganhou uma roupagem um pouco diferente com inserções de “Guerreira” a torto e a direito – já deu para essa faixa, gente! – e um clipe bizarro. Mas aqui o bizarro funciona, é divertido e te faz ver do início ao fim. Gosto do fato de terem amarrado tão bem a historinha por trás do clipe e assumido, mais uma vez, o negócio por completo.

Divirta-se:

Algumas vezes mexemos demais naquilo que já está bom, outras, de menos. “Make It Last” perdeu no clipe esse “algo a mais” contagiante, sim, mas não perder o posto de melhor faixa delas até o momento. De qualquer forma, pensando que elas são um fenômeno recente, trabalhar com uma única faixa comercial, “Pensando em você”, é um pouco arriscado, afinal uma hora o hype passa. Sei que é uma questão puramente de gosto e, neste sentido, eu gosto. Que venham mais clipes (e shows) por aí.

Blogueiro de moda masculina Gregory Martins

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Um jeito fácil de descobrir e as diferenças entre numeração em diferentes países

por Gregory Martins

Qal o tamanho certo do seu sapato

Foto via Anchordivision.com

Você provavelmente tem um ou mais sapatos com tamanhos diferentes e já passou pela situação de gostar de algum, mas na hora de experimentar descobrir que o “seu número”, na verdade, não é tão “seu” assim. Infelizmente há diferença entre as formas de cada marca e, embora haja um certo “padrão”, não são todas que o seguem. Isso dificulta muito para o consumidor e não faz sentido para nós, aqui deste lado da cadeia, que esse tipo de inconveniente ainda exista. Eu, por exemplo, calço 39, mas tenho sapatos 38, 39, 40 e 41, isso excluindo da lista os tênis. E não apenas entre marcas, também há diferenças de tamanho entre alguns países. Ou seja, no fim das contas é muito número para lembrar, mas a gente dá uma forcinha.

De onde surgiu a numeração dos sapatos?

A primeira referência de um padrão numérico para a confecção de sapatos data de 1688 quando diversos sapateiros ingleses chegaram a um acordo. Essa medida padrão foi modificada um século depois de um quarto de polegada para um terço de polegada, o equivalente a 0,846cm ou, para a época, um grão de cevada. Logo, cada um terço de polegada (ou um grão de cevada) equivale a um ponto na numeração. Simples, certo? Então as pessoas começaram a complicar.

Qual a diferença entre as medidas nos Estados Unidos, Brasil, Inglaterra, Japão e parte da Europa?

Na Inglaterra os pontos começam a contar do zero a partir de 4 polegadas antes do calcanhar. Nos Estados Unidos é bem parecido, exceto pela diferença de que lá a contagem começa no 1. Ou seja, nos Estados Unidos o sapato é sempre um ponto maior do que na Inglaterra. Já no Japão, 1 ponto equivale a 1 centímetro. Sim, é isso, sem pegadinha porque alguém tem que facilitar, né? Já em grande parte da Europa a numeração se baseia em uma medida diferente, exatos dois terços de centímetro (0,66cm), que foi se espalhando pelo Velho Continente durante o século 19, o chamado ponto parisiense. A medida por lá começa no calcanhar a contar do zero em diante. Por fim, no Brasil seguimos o mesmo padrão europeu, mas por uma questão anatômica – temos pés mais largos que a média – a nossa contagem começa no -2. Ou seja, para saber seu número de sapato na medida europeia é só somar 2.

Como saber qual a sua numeração correta?

Existe uma fórmula bem simples para que você descubra a sua numeração de sapato independente da forma. É só fazer o calculo:

X=(5xN + 28) / 4

X é a sua numeração correta, o resultado da conta. N é o tamanho do seu pé em centímetros. Então é só multiplicar o tamanho do seu pé por 5, somar 28 e dividir tudo por 4. É provável que dê um número quebrado e assim você vai por aproximação: Se dá 40,1 será confortável usar número 40, mas se der 40,7 é melhor experimentar um 41.

Nos Estados Unidos e na Inglaterra os sapatos são confeccionados por numeração cheia ou quebrada, ou seja, você encontra sapatos 7 e também 7.5, e isso facilita (e muito!) para que ele caiba perfeitamente no seu pé. Usar o número correto de sapato, nem apertado, nem folgado, é essencial para fugir de dores na coluna, pernas e pé, além de evitar possíveis acidentes.

Blogueiro de moda masculina Gregory Martins

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Marcelo Camelo, Fred Ferreira e Mallu Magalhães embacam em projeto sensacional

por Gregory Martins

Banda do mar

Banda do mar - Divulgação

Quem acompanha o iTunes pode perceber uma grande movimentação para o lançamento do primeiro álbum da Banda Do Mar nas últimas semanas. Eu, inclusive, baixei algumas músicas para ver qual era a da novidade.

O novo projeto de Marcelo Camelo, Fred Ferreira e Mallu Magalhães é uma mistura animada do que os três fazem de melhor. As faixas carregam o ar intimo com boas doses de verdade que já é característico do trabalho de Marcelo e Mallu, além de apresentar – ao menos para mim – a vibração sensacional do português Fred Ferreira que contribui muito ao projeto. Até agora “Hey Nana” é minha favorita – inclusive indico que você ouça e tire suas próprias conclusões -, tanto que torço para que não demore a ter ela ser escolhida como single.

Para o lançamento a faixa escolhida foi “Mais Ninguém” que acaba de ganhar clipe. Um dançarino e os três, também dançandinho, dividem a tela aos versos da música bem mais pop do que eu esperava, confesso. O clipe deixa claro que a ideia do projeto não é a estética, mas a qualidade musical e nisso, meu amigo, eles ganham em disparada. Dá uma olhada:

Banda Do Mar tem sido comparada aos Tribalistas, mas não concordo. É claro que ambos são ótimos e tem muito a contribuir na música nacional. No entanto, aos meus ouvidos, de nada tem um do outro, exceto por se tratar de dois trios equilibrados, fortes e sensacionais.

Que venha muito mais da Banda Do Mar!

Blogueiro de moda masculina Gregory Martins

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