Trend Coffee - Moda Masculina
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Xadrez, floral, avestruz… Tudo o que você dificilmente encontra nas prateleiras brasileiras

Por Gregory Martins

OQuirey

Foto: O’Quirey - Divulgação

Eu já havia visto alguns modelos da O’Quirey pela web, mas fui conhecer de perto recentemente em Amsterdam durante a viagem Open Your City. Durante os dias fora eu gostava de andar de manhã quando o sol estava bem fraco e podia ver as pessoas indo para seus compromissos matinais de um dia normal. É legal observar esse ritmo natural de cada lugar e, especialmente em Amsterdam, as lojas demoram muito para abrir, tanto que mesmo no centro encontrei várias que abriam entre meio-dia e duas da tarde. Duas da tarde, tá me entendendo?! Ou seja, às 8 da manhã a cidade está vazia.

Quando passei pela loja de O’Quirey, uma porta discreta e uma grande janela branca bem ao lado de um canal, fui logo impactado pelo modelo milano floral, algo que não se vê todo dia. O’Quirey é uma marca holandesa de sapatos que produz para ambos os públicos, mas particularmente é a criação masculina que mais chama atenção. Com a mesma liberdade das criações femininas, os sapatos para homens produzidos pela marca mescla couro de alta qualidade com design irreverente.

Os modelos têm nomes de cidades, como Londres e Viena, e é por seu caráter quase extravagante que os calçados ganharam fama por toda a Europa.

OQuirey

Foto: O’Quirey - Divulgação

OQuirey

Foto: O’Quirey - Divulgação

Os preços ficam entre 199 a 350 euros e eles enviam para fora da Holanda.

Conheça mais em: http://oquirey.com/shop/index.php/

Blogueiro de moda masculina Gregory Martins

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20, Outubro, 2014 l Direitos reservados l 3 likes





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Cuide de mim que cuidarei de você

Eu nao te perteco

Foto via SailingFree

Eu aceitei o compromisso. Eu aceitei estarmos lado a lado nos bons e nos maus momentos, mas sejamos sinceros… Espero que tenhamos mais da 1ª opção e foi por isso que aceitei, porque acredito em nós.

Espero que quando você tenha me aceitado, tenha também percebido quem eu sou, como eu sou e aceitado não só meu corpo, mas como eu vejo as coisas. Se daqui há três meses eu virar o problema deste namoro é sinal de que fomos estúpidos entrando numa onda que não conhecíamos, em um relacionamento pelo calor do momento para exibir aos amigos e outros interessados.

Eu sou ciumento, eu durmo tarde, eu gosto de peixe em lata, goles aleatórios de café e comprar livros que nunca vou ler. Não gosto de música pop, balada lotada, amigos que passam do limite e pessoas que querem deixar claro que já estiveram no seu passado, no meu ou no nosso. Quero acordar de manhã, fazer o café, te beijar e sair para trabalhar. Não quero deixar de ficar abraçado a você para irmos jantar com os seus amigos e não quero que você me torne um troféu a ser exibido quando te convém.

Eu não te pertenço. O homem que sou agora é um reflexo do menino que se machucou tantas vezes, que fez mal e fizeram mal a ele. O homem que serei nos próximos meses, por que sei que não chegaremos a marcar anos juntos, é reflexo do que acontece hoje. Eu, como qualquer outra pessoa, sou uma mistura de experiências do passado, dores do presente e desejos do futuro. Estou disposto a mudar o que for necessário para viver melhor comigo mesmo. Se assumi esse compromisso é porque acredito que isso pode me fazer feliz e não porque quero que você me mude completamente, dos pés à cabeça, e me programe de acordo com seus gostos e ideias de um namorado utópico.

Eu não sou seu bem, seu objeto, seu patrimônio. Não sou sua moeda de troca, seu suporte, seu… seu. Não sou você. Sou seu namorado, é só. Aprenderemos juntos, viveremos juntos, desejaremos juntos até que outro se torne mais apetitoso, interessante e surja furtivamente na sua vida. Quando isso acontecer, eu me afastarei e nunca mais haverá outra chance. Conheço esse roteiro há anos e sei que por ele seguiremos também. Mas isso não é motivo para não aproveitarmos o tempo que temos, amarmos ao limite, criarmos lembranças que nunca vão se apagar, batermos papo à toa de madrugada, planejarmos surpresas bobas, corrermos para chegar logo em casa e depois colocar a culpa em meia garrafa de vinho avinagrado. Não é motivo para nos irritarmos tanto, brigarmos tanto e suspeitarmos tanto. Só não faça besteira; tenha o mínimo de respeito por mim e não tente me fazer de trouxa. Não pense nisso.

Eu não sou seu. Eu apenas sou a metade do “nós” que você escolheu.

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Post originalmente publicado em DoisNamorados.

Blogueiro de moda masculina Gregory Martins

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18, Outubro, 2014 l Direitos reservados l 13 likes





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Em sua estreia nos cinemas, longa conta a história de Stuart Murdoch, líder da banda Belle & Sebastian.

Por Raphael Moroz

God help the girl

God help the girl - Divulgação

'God Help the Girl' é um daqueles filmes que começam de mansinho até te engolirem por completo. Pelo menos foi assim que me senti quando os créditos finais começaram a rolar. A história é centrada em Eve (Emily Browning), uma adolescente que está internada num hospital para tratar de problemas emocionais. Presa fora e dentro de si mesma, ela encontra refúgio na música. Escreve e canta lindamente, mas apenas para si.

Prestes a receber alta, Eve resolve recomeçar sua vida na cidade grande, e passa a morar numa espécie de pensão a convite de James (o ótimo Olly Alexander), um garoto sensível e delicado que ela havia conhecido num show. Rapidamente, eles viram amigos. Mais tarde, James apresenta uma de suas amigas (Hannah Murray) à Eve, e os três se tornam inseparáveis. Unidos por uma paixão palpitante pela música, eles começam a planejar a criação de uma banda pop.

God help the girl

God help the girl - Divulgação

Apesar de soar clichê num primeiro momento, ‘God Help the Girl’ não cai nas armadilhas dos filmes do gênero. Isso porque o longa não foca no desejo do trio de fazer sucesso a todo custo com suas músicas, e sim nas relações que se estabelecem. Mesmo com personalidades e sonhos opostos, Eve e James desenvolvem uma parceria repleta de afinidades e intimidade. Os momentos que os dois passam a sós rendem ótimas cenas! Vale mencionar também a boa condução que o roteiro dá à trajetória da própria Eve: aos poucos, verificamos seu amadurecimento emocional e artístico, mesmo com todos os fantasmas psicológicos que a rondam.

No Festival de Sundance deste ano, o trio de protagonistas recebeu o prêmio especial do júri. Além de ter dirigido o longa, Stuart Murdoch, que também é músico, assinou o roteiro e a bela trilha sonora. O filme recebeu, inclusive, o nome de uma de suas bandas, e a história de Eve é, na verdade, a sua própria história. Assim como ela, Murdoch foi diagnosticado com uma doença crônica que o impediu de levar uma vida normal.

God help the girl

God help the girl - Divulgação

Não há como não ser tocado pelo conjunto da obra (história, músicas e personagens). ‘God Help the Girl’ é um filme que trata de temas sérios e delicados com uma leveza e simplicidade incríveis.

Blogueiro de cinema Raphael Moroz

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16, Outubro, 2014 l Direitos reservados l 8 likes





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Arte abstrata e autoria compartilhada entre homem e natureza

Por Matheus Mariani

Tim Knowles

Tim Knowles - Divulgação

Vez ou outra a chamada de uma matéria peculiar salta aos olhos na tela do laptop e me sinto obrigado a investigar. Desta vez, dizia: “Tree Drawings” (desenhos de árvore). Parei por breves instantes tentando conceber as implicações da chamada, mas, confesso, não fui muito longe. À medida que lia o texto, meu queixo caía em uma expressão de perplexidade: Que baita sacada!

Tim Knowles

Tim Knowles - Divulgação

Tim Knowles

Tim Knowles - Divulgação

Vamos lá. Em uma intervenção artística que pode suscitar acaloradas discussões acerca da autoria de uma obra, Tim Knowles bota a natureza para trabalhar em uma série de telas criadas por árvores. O insight é interessante: o artista anexa instrumentos de desenho aos galhos de uma árvore, posiciona o cavalete com a tela e espera a ação do vento realizar sua proeza.

Tim Knowles

Tim Knowles - Divulgação

Tim Knowles

Tim Knowles - Divulgação

Tim Knowles

Tim Knowles - Divulgação

Segundo Knowles, o resultado é interessante porque revela as características e qualidades de cada árvore, quase como uma assinatura. Particularmente achei as obras muito - muito!, com ênfase mesmo - legais. A casualidade que pauta as criações é a responsável por imprimir aos desenhos a mais expressiva leveza de gestual – e aí nasce esta sensação de espontaneidade fortíssima.

Pode curtir mil vezes?

Mais sobre Tim Knowles: http://www.timknowles.co.uk/

Blogueiro de arte Matheus Mariani

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14, Outubro, 2014 l Direitos reservados l 11 likes





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Nova versão se encaixa bem em clima quente, bem quente.

Por Gregory Martins

Resenha Armani Code Ice

Armani Code Ice - Foto: Gregory Martins

Esta semana recebemos a nova fragrância da Armani, a versão Ice do “clássico contemporâneo” Armani Code. Ice chega ao Brasil em um momento onde as temperaturas começam a subir e o amadeirado destacado começa a abandonar a preferência dos homens nos perfumes, ou seja, o momento perfeito.

Armani Code Ice é, em relação ao clássico, mais leve e refrescante. Classificada como uma fragrância amadeirada oriental, o que significa que foram empregados aromas de especiarias ao perfume, este é, de fato, um dos grandes lançamentos na perfumaria masculina deste ano. As notas de saída são equilibradas e frescas pulverizando no ar um complexo aroma verde do hortelã e do limão mescladas a sutis notas adocicadas. Depois a fragrância revela notas mais amadeiradas e temperadas pela fava tolka e pela sálvia.

Resenha Armani Code Ice

Armani Code Ice - Foto: Gregory Martins

Na minha pele o perfume obteve uma projeção moderada, o que normalmente faz muito consumidor brasileiro dar um passo para trás. Mas eu garanto: em dias de calor uma projeção assim é ideal, pois você marca presença sem incomodar o nariz de ninguém e sem deixar uma nuvem de aroma no ambiente quente. Quanto à fixação, para mim durou cerca de 5 horas com aroma ativo e projetando, mais do que isso já é possível perceber a fragrância se tornar bem mais suave.

Resenha Armani Code Ice

Armani Code Ice - Foto: Gregory Martins

A versão Ice de Armani Code tem elementos que se encaixam muito bem aos desejos de um homem de bom gosto: projeção adequada, aroma equilibrado e presença marcante. Combina bem com roupas elegantes sem a necessidade de ser formal, outro ponto positivo em relação a Code. Um aliado na sedução, sim, e em clima quente.

Blogueiro de moda masculina Gregory Martins

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14, Outubro, 2014 l Direitos reservados l 2 likes





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