Trend Coffee - Moda Masculina

Ford lança novo Ka com shows incríveis em São Paulo

por Gregory Martins

Tributo Novo Ka

Cenário do Tributo Novo Ka - Foto: Gregory Martins

Quem acompanha o Instagram do TrendCoffee sabe que na última semana estive em São Paulo a convite da Ford para acompanhar o Tributo Novo Ka, um show onde Dinho Ouro Preto dividiu o palco com as bandas Malta, Jamz e Suricato marcando o lançamento do Novo Ka.

Apresentado por Fernanda Paes Leme – com quem esbarrei no elevador do hotel e comprovei que é realmente linda e muito simpática -, o show começou com o HSBC Brasil lotado vibrando com as músicas de diferentes bandas de rock nacional interpretadas por Dinho Ouro Preto, de Legião Urbana a Rita Lee. É claro que o palco não estaria completo sem o Novo Ka, o terceiro projeto brasileiro da Ford com lançamento global que trás uma novidade incrível: Se você vier a bater o carro e o airbag for acionado, automaticamente o celular que está emparelhado com o sistema Sync do carro liga para o SAMU passando suas coordenadas geográficas para o resgate. Simples e genial!

Tributo Novo Ka

Vista do quarto - Foto: Gregory Martins

A noite continuou com apresentação da banda Jamz que me conquistou do primeiro ao último segundo. O que é o som desses caras? Já de começo subiram ao palco tocando “Insano”, faixa autoral que se tornou marca registrada da banda. Dominaram a atenção total do público – minha inclusive. Uma levada sensacional bem ao estilo de banda madura que sabe muito bem o que está fazendo. Para mim, inclusive, eles são a cara do Novo Ka: diferente, jovem, competente e elegante, tudo ao mesmo tempo. Na sequência Dinho Ouro Preto se reuniu a eles para cantarem juntos outro sucesso do rock nacional. Suricato, a segunda banda convidada a subir no palco, também fez muito bonito. Ritmo certeiro que foi levando o público cada vez ao delírio. Por fim, a Malta chegou para fazer o público explodir em palmas e gritos alucinados. Mesmo antes de tocarem uma única nota já tinham todos na mão e não fizeram por menos. O show terminou com o mais aguardado: todos cantando e tocando juntos no palco.

Tributo Novo Ka

O palco antes dos shows - Foto: Gregory Martins

Para mim, o Tributo Novo Ka foi uma experiência incrível nos mais diferentes pontos. Não havia dúvida quanto ao talento destas bandas, muito pelo contrário, a expectativa de todos já era enorme. Mas ver e ouvir ao vivo todos eles e, por vezes, acompanhados por Dinho Ouro Preto… Tenho que dizer que foi algo totalmente novo para mim, de verdade. Dinho transbordava alegria, isso era absolutamente visível e contagiante. Alegria esta por prestar homenagem ao rock nacional, como ele mesmo disse. Você pode achar que é exagero meu – e não é, eu garanto -, mas como um dos poucos da sua geração que ainda está na estrada, Dinho tem a força de um gigante para falar do rock não apenas como seu trabalho, mas também sua paixão absoluta. É incrível, lembre-se disso, verdadeiramente incrível ver Dinho Ouro Preto no palco cantando músicas que fizeram parte da história dele e, de certa forma, da maioria de nós. Possivelmente foi a primeira vez que entendi meus amigos que sempre afirmaram “Sim, o Brasil tem rock!” É, eles estão certos e o Dinho também.

Por outro lado, Jamz, Suricato e Malta são de uma geração totalmente nova do rock brasileiro, a geração dos que têm um caminho cheio de possibilidade pela frente e que, espero, cheguem onde desejam ir. A banda Jamz mesmo pode fazer show de duas horas que eu vou estar lá ouvindo o som deles que eu particularmente achei sensacional.

Tributo Novo Ka

A frente do Novo Ka - Foto: Gregory Martins

E assim terminou minha noite em São Paulo: extasiado. No dia seguinte tivemos coletiva de imprensa com a equipe de desenvolvimento da Ford a respeito do Novo Ka, mas isso eu conto amanhã em mais detalhes para quem, como eu, também quer um desses.

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Não fique na dúvida: Esta não é uma publicação paga. É uma experiência real oferecida pela marca em parceria não comercial. 

Blogueiro de moda masculina Gregory Martins

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31, Julho, 2014 l Direitos reservados l likes





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O que você faria para ganhar algo que o dinheiro não compra?

por Gregory Martins

Jude Lay para Johnnie Walker

Divulgação

O que acontece quando você pensa ter tudo mas, de uma hora para outra, deseja algo que o dinheiro não pode comprar? É óbvio: Competição de dança!

Jude Law e Giancarlo Giannini estrelam o novo curta-metragem de Johnnie Walker Blue Label em grande estilo. O vídeo dirigido por Jake Scott se passa em um barco raro construído em 1928, barco este que o personagem de Law quer não comprar – já que não está a venda -, mas sim ganha-lo. Como ele decide a disputa causa estranhamento até a ele mesmo: dançando.

Um novo terno, um novo par de sapatos e Jude Law tocando piano e aprendendo a dançar conduzem a ação do curta até o fatídico encontro onde ele almeja ganhar o barco. Sai a formalidade, entram dançarinas e uma banda, e ali mesmo em um salão desconhecido a aposta é realizada. O final? Não vou contar, é claro, mas adianto que não é óbvia quanto possa parecer.

A estética é acertada sem se deixar cair em clichês, muito pelo contrário. Um curta elegante, uma história divertida e um elenco fantástico. Dá uma olhada:

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Post patrocinado por Johnnie Walker.

Produto destinado a maiores de 18 anos. Beba com responsabilidade!

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30, Julho, 2014 l Direitos reservados l likes





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O surpreendente longa “Jack et la mécanique du coeur” faz homenagem ao cinema francês

Por Gregory Martins

Jack et la mecanique du coeur

Jack et la mécanique du coeur - Divulgação

Muitas vezes ao se transportar uma história de um meio para outro, por exemplo de um livro para um filme e vice e versa, algo se perde no caminho. Mas há uma forma de minimizar os danos: O próprio criador tomar as rédeas de todos os projetos. “Jack et la mécanique du coeur” (2014) tem direção compartilhada de Mathias Malzieu e Stéphane Berla e é baseado no livro “La mécanique du coeur” escrito por Mathias, o diretor. Por sinal, no longa são usadas, por vezes até mesmo cantadas pelos próprios personagens, canções da banda francesa Dionysos, que a esta altura você já deve ter descoberto que o vocalista da banda é… Mathias, o diretor. Sim, o diretor do filme escreveu o livro de inspiração e usou no longa as canções de sua própria banda. E se você achou o nome dele familiar talvez seja porquê Mathias Malzieu também é diretor do fantástico “Gainsbourg – O homem que amava as mulheres”.

Jack et la mecanique du coeur

Jack et la mécanique du coeur - Divulgação

“Jack…” é uma animação ao estilo gótico com direito a peles de porcelana, proporções variadas e cenas de encher os olhos. Não se pode esperar um roteiro fofo com final feliz, mas certamente é impossível deixar de afirmar que, esteticamente, o filme é incrivelmente bonito. O longa conta a história de Jack, um garoto que nasceu no dia mais frio do mundo e teve o coração congelado substituído por um relógio, por isso deve seguir 3 regras específicas para garantir o bom funcionamento da geringonça: Não mexer nos ponteiros, controlar a raiva e nunca se apaixonar. É claro que, ao se tomar conhecimento das regras, você logo imagina qual será o conflito do filme, certo? E não há outra escapatória, o pobre garoto sofre de amor, mas não qualquer um, ele conhece Miss Acacia, uma cantora de flamenco, por quem cai de amores. O conflito não estaria completo sem um rival, o soturno Joe, apaixonado pela mesma garota, e um guardião, ninguém menos que Georges Méliès, uma homenagem ao criador de “Viagem à Lua”, o primeiro filme a tratar de ficção científica e cheio de efeitos surpreendentes para o público de 1902 quando foi lançado.

Jack et la mecanique du coeur

Jack et la mécanique du coeur - Divulgação

Méliès se tornou muito popular para a nossa geração graças ao filme “A Invenção de Hugo Cabret”, de Martin Scorsese. E Jack e Hugo têm lá suas semelhanças: Ambos precisam de uma chave para viver, Hugo figurativamente, Jack literalmente. Ambos conhecem Méliès em Paris, ambos são órfãos, ambos são garotos e ambos desenvolvem afeto por uma garota muito mais sagaz do que eles.

“Jack…” é, de uma forma geral, também uma homenagem ao cinema francês não apenas pela inclusão de Méliès no elenco da animação, mas também há uma cena muito característica da herança francesa no cinema, a Nouvelle Vague. Em certa altura do filme, Miss Acacia precisa contar a Méliès que uma das personagens morreu. Como ela o fez? Da mesma forma e entonação que Antoine Doinel – o eterno personagem de Jean-Pierre Léaud – fez na celebrada cena no pátio de “Os Incompreendidos”, de Truffaut. Isso se torna bastante visível na animação, uma vez que o ângulo de câmera muda repentinamente e enquadra Acacia e Méliès da mesma forma que fizera Truffaut em 1959: Indagador mais alto e curvado e detentor da informação mais baixo e frágil com o pescoço bem esticado como um confrontador nato.

É bem verdade que “Jack…” possui algumas falhas temporais no roteiro, pois começa com o aniversário de 10 anos de Jack, de repente ele tem 14 e, em certa altura do filme, um dos personagens comenta que eles agora são adultos. É compreensível que o tempo passe de forma desregulada, pois Jack cruza o oeste europeu de trem e em pleno século 19, mas uma mínima explicação da diferença de tempo é necessária, especialmente no final do longa. Por vezes, estes pequenos lapsos de lógica parecem entregar que o foco do filme é a beleza em si e não o nosso entendimento lógico.

Jack et la mecanique du coeur

Jack et la mécanique du coeur - Divulgação

De toda forma, para quem gosta de animações eu sugiro fortemente “Jack et la mécanique du coeur”. Lindo, poético e uma viagem em todos os sentidos. Vale a pena conferir essa espécie de “Tim Burton e Sofia Coppola foram tomar um café em Paris”. Estética fantástica, personagens fortes, trilha bem encaixada e 90 minutos de explosão de criatividade bem na sua frente. As animações francesas estão tomando o mundo.

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Lançamento acaba de chegar ao Brasil em tempo do Dia dos Pais

por Gregory Martins

Kenzo Homme Night

Kenzo Homme Night - Divulgação

A Kenzo, cada vez mais conectada com hábitos de consumo jovens e grande giro de tendências e peças-desejo, acaba de lançar no Brasil a fragrância Kenzo Homme Night. De um frescor diferente da nova faceta da grife, o perfume evoca sedução e teatralidade em notas com um pezinho tropical.

A fragrância abre com notas temperadas do coentro e do cardamomo, além do frescor da toranja. Na primeira mudança, as notas de coração, o perfume se expande indo do absinto, caminhando por tons verdes até chegar à doçura característica da manga. Por fim, as notas que perduram no corpo são, como se pode esperar, amadeiradas a exemplo da fava tonka (cumaru) e da presença marcante do vetiver. Um perfume guiado pelo destaque da madeira com certos toques tropicais.

Kenzo Homme Night provavelmente seja uma cartada certeira da marca e se encaixe no perfil do homem que gosta de se ver cheio de possibilidades.

Preço sugerido: 30 ml R$179,00 / 50 ml R$249,00 / 100 ml R$335,00

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Nova febre ou novo Crocs?

por Gregory Martins

Birken para homens

Birken Givenchy na Mr Porter - Divulgação

Esta é, sem dúvida, uma pauta engraçada para mim. As sandálias birkens, esses “chinelões” que eram febre nos anos 90 e que são tão comuns em países como a Alemanha quanto as Havaianas são por aqui, estão de volta aos olhos da moda, mas ainda não me acostumei com a ideia. Há dois verões elas são elencadas em listas de tendências para os dias quentes, mas só depois de experimentar uma é que resolvi parar de fingir que elas não voltaram.

Calma, eu explico. Muita gente acha as birkens um tipo de sandália realmente muito feio, grande demais e desengonçado. Não posso dizer que nunca achei isso, mas confesso que a birken tem lá seus atrativos. O primeiro deles é, sem dúvida nenhuma, o conforto. Alguns modelos parecem rígidos demais daquele tipo de calçado que seu pé fica escorregando, mas não é totalmente verdade. Elas são confortáveis mesmo. Outro atrativo é que, depois da efervescência dos chinelos de tirar largas (um pouco diferentes das birkens), da gladiador e da franciscano, parece que o retorno da birken era mesmo inevitável.

Birken para homens

Sandália Givenchy por US$690 na Mr Porter

Outra notícia que pode te chocar – assim como chocou a mim -, ela fica bacana no pé e combina com calça muito melhor do que com bermuda. Seja jeans e uma sandália escura, seja linho e uma birken colorida, o negócio é versátil e até que passa uma ideia bacana.

Birken para homens

Sandália Birkenstock por US$130 na Mr Porter

No fim das contas, o verão brasileiro é tão quente e temos tão pouca variedade em calçados abertos para os homens que, de fato, a birken pode ser uma opção que caiba no seu estilo. Mas não bate a cabeça, ok? Não gostou, não usa. Gostou, usa e ponto final.

No Brasil, você encontra essas sandálias a partir de R$49 em lojas como a Mr Cat (que realmente apostou nessa ideia) e em redes de fast fashion como a Riachuelo.

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