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Bolsa de mão masculina
A opinião dos leitores com a volta da clutch para homens
por Gregory Martins
Na semana passada, publicamos a colaboração do especialista em bolsas masculinas Fabio Alves do Bolsas de Valor. O tema? A volta da clutch, capanga e bolsa de mão masculinas. O post gerou uma discussão bem inteligente na nossa página no Facebook e resolvemos perguntar: Pode ou não pode? As respostas você confere abaixo:


‘Mas é claro que pode! Em breve deixará de ser uma tendencia, e de fato alcançará as ruas!’, afirma Mauricio Irribarem Guidotti.


‘Se podia há duas décadas atrás, e a moda é esse vai e vem, acho que pode sim! Depende do bom senso, como tudo!’, lembra André Chiarati.


‘Eu acho válido! Sempre vemos as mulheres buscando peças inspirado no nosso closet, porque não podemos fazer o mesmo? Claro que no nosso país tem uma resistência muito grande a esse tipo de coisa. Mas quem gosta e tem atitude, tem que usar sim!’, disse Jhonata Silva


‘Eu acho que ainda há uma certa resistência por parte dos homens quanto à isso, principalmente pelo preconceito que podem sofrer. Mas se você gostar e se sentir bem, basta ter bom senso na hora da escolha (tanto da roupa, quanto da própria bolsa) e aproveitar, porque se alguém tentar te ofender e você não conseguir ignorar dá uma bolsada nele!’, sugeriu o Thiago Polese.

Já o Fernando Moura explica em detalhes o seu ponto de vista e deixa claro que não é porque a peça existe que pode ser usada a qualquer momento:

‘Acho bacana a proposta de se usar bags e bolsas de mão. É claro que é pra determinadas ocasiões e também determinados modelos. Esses lisos e mais clássicos combinam mais, modelos mais retos. Até dá para apostar em algum modelo com tachas, mas sempre modelos simples, nada de pegar uma bolsa colorida ou aquela bem feminina, e achar porque se carrega na mão ela vira masculina. Também não se pode colocar uma roupa apertada e usar uma bolsa também, e achar que fica legal, e com cara de homem, tudo depende do modelo apresentado. Mais carteiras e bolsas acho super válido, pastas carteiro também podem ser transformadas e usadas na mão que fica super bacana. Tanto que existem bolsas que são criadas como masculinas só que ninguem diz que é masculina, quando você coloca com um look que combina, fica super legal. É aquilo que eu digo: tudo depende de onde, com quem e como você a usará!’, explica.

E recebemos o comentário do Tales Araújo que abriu a discussão além das capangas, mas para o mercado de acessórios masculinos no Brasil:

‘Creio que no Brasil haja um pouco de resistência a acessórios como esse. Uma boa bolsa carteiro em couro ou outros modelos mais compactos talvez sejam mais aceitos, mas que uma bolsa de mão é ideal para levar chaves, carteira (eu especialmente detesto usa-la no bolso da calça) papéis menores, balinha, documentos, enfim. É se adequar a um bom modelo e certamente ousar. Mas acho válido sim!

Pensando nisso, resolvemos instigar perguntando: ‘Você acha que no Brasil há muito preconceito com acessórios masculinos em geral, Tales?’

‘Não classificaria como preconceito, mas como resistência. Definitivamente vivemos em um país onde moda, infelizmente, ainda é sinônimo de feminilidade e que é somente associada a uma prática feminina, quando na verdade o mercado que se abre para a moda masculina é infinitamente tão amplo quanto a da moda feminina. O que vemos na ultimas décadas é uma mescla de peças coringas que não podem ser mais ‘peças de homem’ ou ‘peças de mulher’. A bolsa de mão, na minha opinião, é uma dessas peças, combinando um estilo legal, como uma peça certa, num ambiente adequado. Acho que muito mais que válido, é tendência. Mas não podemos negar que a resistência em nosso país ainda é grande, mas cabe a nós (que usamos) ir rompendo com esse esteriótipo’, comentou.

A clutch masculina é uma realidade e resgata as capangas que foram tão utilizadas entre os homens brasileiros. Concordamos com o Tales quanto ao estranhamento geral na inclusão de diversos itens moda masculina no âmbito nacional, mas é nosso papel forçar a barra no ponto suficiente para que a visão fique flexível quanto ao uso de algumas peças.
+ Confira tudo sobre bolsas de mão masculinas ditas por um especialista
Muito depende do estilo, do conforto e do usuário, mas acreditamos (e está aí o Gentleman Mode para corroborar) que a moda masculina brasileira tem evoluído no quesito. Não podemos esperar que de uma temporada a outra tudo mude para melhor. A bermuda cargo + camiseta estampada é uma realidade mais forte e acessível no país. Mas, voltamos a afirmar, tudo depende de nós! - Moda Masculina

Bolsa de mão masculina

A opinião dos leitores com a volta da clutch para homens

por Gregory Martins

Na semana passada, publicamos a colaboração do especialista em bolsas masculinas Fabio Alves do Bolsas de Valor. O tema? A volta da clutch, capanga e bolsa de mão masculinas. O post gerou uma discussão bem inteligente na nossa página no Facebook e resolvemos perguntar: Pode ou não pode? As respostas você confere abaixo:

Bolsas masculinas e capangas voltam à moda masculina

‘Mas é claro que pode! Em breve deixará de ser uma tendencia, e de fato alcançará as ruas!’, afirma Mauricio Irribarem Guidotti.

‘Se podia há duas décadas atrás, e a moda é esse vai e vem, acho que pode sim! Depende do bom senso, como tudo!’, lembra André Chiarati.

‘Eu acho válido! Sempre vemos as mulheres buscando peças inspirado no nosso closet, porque não podemos fazer o mesmo? Claro que no nosso país tem uma resistência muito grande a esse tipo de coisa. Mas quem gosta e tem atitude, tem que usar sim!’, disse Jhonata Silva

‘Eu acho que ainda há uma certa resistência por parte dos homens quanto à isso, principalmente pelo preconceito que podem sofrer. Mas se você gostar e se sentir bem, basta ter bom senso na hora da escolha (tanto da roupa, quanto da própria bolsa) e aproveitar, porque se alguém tentar te ofender e você não conseguir ignorar dá uma bolsada nele!’, sugeriu o Thiago Polese.

Já o Fernando Moura explica em detalhes o seu ponto de vista e deixa claro que não é porque a peça existe que pode ser usada a qualquer momento:

‘Acho bacana a proposta de se usar bags e bolsas de mão. É claro que é pra determinadas ocasiões e também determinados modelos. Esses lisos e mais clássicos combinam mais, modelos mais retos. Até dá para apostar em algum modelo com tachas, mas sempre modelos simples, nada de pegar uma bolsa colorida ou aquela bem feminina, e achar porque se carrega na mão ela vira masculina. Também não se pode colocar uma roupa apertada e usar uma bolsa também, e achar que fica legal, e com cara de homem, tudo depende do modelo apresentado. Mais carteiras e bolsas acho super válido, pastas carteiro também podem ser transformadas e usadas na mão que fica super bacana. Tanto que existem bolsas que são criadas como masculinas só que ninguem diz que é masculina, quando você coloca com um look que combina, fica super legal. É aquilo que eu digo: tudo depende de onde, com quem e como você a usará!’, explica.

E recebemos o comentário do Tales Araújo que abriu a discussão além das capangas, mas para o mercado de acessórios masculinos no Brasil:

‘Creio que no Brasil haja um pouco de resistência a acessórios como esse. Uma boa bolsa carteiro em couro ou outros modelos mais compactos talvez sejam mais aceitos, mas que uma bolsa de mão é ideal para levar chaves, carteira (eu especialmente detesto usa-la no bolso da calça) papéis menores, balinha, documentos, enfim. É se adequar a um bom modelo e certamente ousar. Mas acho válido sim!

Pensando nisso, resolvemos instigar perguntando: ‘Você acha que no Brasil há muito preconceito com acessórios masculinos em geral, Tales?’

‘Não classificaria como preconceito, mas como resistência. Definitivamente vivemos em um país onde moda, infelizmente, ainda é sinônimo de feminilidade e que é somente associada a uma prática feminina, quando na verdade o mercado que se abre para a moda masculina é infinitamente tão amplo quanto a da moda feminina. O que vemos na ultimas décadas é uma mescla de peças coringas que não podem ser mais ‘peças de homem’ ou ‘peças de mulher’. A bolsa de mão, na minha opinião, é uma dessas peças, combinando um estilo legal, como uma peça certa, num ambiente adequado. Acho que muito mais que válido, é tendência. Mas não podemos negar que a resistência em nosso país ainda é grande, mas cabe a nós (que usamos) ir rompendo com esse esteriótipo’, comentou.

A clutch masculina é uma realidade e resgata as capangas que foram tão utilizadas entre os homens brasileiros. Concordamos com o Tales quanto ao estranhamento geral na inclusão de diversos itens moda masculina no âmbito nacional, mas é nosso papel forçar a barra no ponto suficiente para que a visão fique flexível quanto ao uso de algumas peças.

+ Confira tudo sobre bolsas de mão masculinas ditas por um especialista

Muito depende do estilo, do conforto e do usuário, mas acreditamos (e está aí o Gentleman Mode para corroborar) que a moda masculina brasileira tem evoluído no quesito. Não podemos esperar que de uma temporada a outra tudo mude para melhor. A bermuda cargo + camiseta estampada é uma realidade mais forte e acessível no país. Mas, voltamos a afirmar, tudo depende de nós!



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Post de 21, May, 2012

street fashion online
Curitiba e as Semanas de Moda
A moda entre boatos e um público confuso
por Gregory Martins
Desde o fim do Crystal Fashion em 2010, muito se falou sobre a importância de um grande evento de moda no Paraná. O evento era realizado com marcas de visibilidade nacional em suas coleções comerciais dentro do Shopping Crystal Plaza em Curitiba. O público ia ao delírio após um desfile de Alexandre Herchcovitch, TNG, Cavalera ou Cori, e transformou o Crystal Fashion na principal semana de moda de varejo do sul do Brasil.
Mas as coisas mudaram na equipe de marketing e, após 23 edições, o Crystal Fashion faleceu deixando lembranças. Sua principal incentivadora tomou o cargo em outro shopping da cidade que, dizem por aí, está com tudo pronto para abrigar uma nova semana de moda, mas o assunto é proibido por aqui.
Com sua sétima edição programada para 26 de junho, o Paraná Business Collection reúne marcas estaduais em desfiles que já fazem parte da agenda e do interesse curitibanos. O evento anunciou recentemente que deixará sua edição anual para promover duas edições.

‘A mudança deve-se a uma nova estratégia dos realizadores de ampliar o PBC e consolidá-lo, ainda mais, no cenário nacional e internacional. Para alcançar este objetivo faz parte da proposta a abertura do evento também para marcas de outros estados’, comenta a assessoria.

O evento destacará a produção de moda de inverno tendo a realização do Showroom de Negócios apenas na edição de novembro. A proposta foi anunciada ao público quase dois meses antes da abertura da sala de desfile da Semana de Moda de Curitiba, evento este que nasceu já com 2 edições anuais.
A SMC é o evento de moda mais recente no Paraná e concentra novas marcas e exibições de estudantes. Em sua 3ª edição, a Semana de Moda de Curitiba tenta conquistar o público com uma feira prêt-à-porter. Buscando sua expansão, o evento migrou da confusa disposição do Memorial de Curitiba para o formato compacto no Museu Oscar Niemeyer, ponto turístico importante na cidade. Ao primeiro olhar você se vê perdido entre pequenos stands enfileirados como em uma feira empresarial, mas com um pouco mais de cuidado é possível identificar espaços de convívio. O evento comporta 2 passarelas, sendo a 2º destinada a desfiles de grupos criativos de estudantes de moda. A proposta é boa, mas infelizmente o público que paga R$10 pelo convite não compreende muito bem uma passarela cercada por puffs quadrados e alguns tapetes.
Há quem diga que há uma briga velada e ainda sem previsões de término entre os dois eventos de moda restantes em Curitiba.

‘No ano passado se falava em restrições entre os eventos. Quem desfilava em um estava proibido de dar as caras em outro. Isso ainda não aconteceu e nem poderia. Só se o estilista repetisse a coleção. A verdade é que Curitiba não trabalha longe dos shoppings’, comentou um assessor esbaforido durante a SMC.

Mas nem todo mundo concorda. Longe dos boatos, uma estudante de moda comentou o que acha sobre a divisão entre os eventos:

‘As marcas tem a mesma cara. Conceitos totalmente diferentes, mas a mesma cara. Acho que tudo isso é uma história que só ajuda os eventos a chamarem público. Quem sabe eles não resolvem se fundir em breve?’.

Quem não está nada contente com a última edição da Semana de Moda de Curitiba são duas estudantes da PUC PR que tiveram seu vestido desaparecido. A peça que consumiu mais de 60 horas de trabalho em papel foi exposta no stand da faculdade e sumiu.
E assim caminham as semanas de moda no Paraná. O estado líder em produção de casulos verdes de seda é também conhecido pelo setor de confecção, mas carece de eventos regionais de maior peso no calendário de moda nacional e de um consumidor engajado e sedento por novidades. As caixas registradoras não param por aqui, mas o público começa a procurar novas alternativas que supram seu desejo por variedade. - Moda Masculina

Curitiba e as Semanas de Moda

A moda entre boatos e um público confuso

por Gregory Martins

Desde o fim do Crystal Fashion em 2010, muito se falou sobre a importância de um grande evento de moda no Paraná. O evento era realizado com marcas de visibilidade nacional em suas coleções comerciais dentro do Shopping Crystal Plaza em Curitiba. O público ia ao delírio após um desfile de Alexandre Herchcovitch, TNG, Cavalera ou Cori, e transformou o Crystal Fashion na principal semana de moda de varejo do sul do Brasil.

Mas as coisas mudaram na equipe de marketing e, após 23 edições, o Crystal Fashion faleceu deixando lembranças. Sua principal incentivadora tomou o cargo em outro shopping da cidade que, dizem por aí, está com tudo pronto para abrigar uma nova semana de moda, mas o assunto é proibido por aqui.

Com sua sétima edição programada para 26 de junho, o Paraná Business Collection reúne marcas estaduais em desfiles que já fazem parte da agenda e do interesse curitibanos. O evento anunciou recentemente que deixará sua edição anual para promover duas edições.

‘A mudança deve-se a uma nova estratégia dos realizadores de ampliar o PBC e consolidá-lo, ainda mais, no cenário nacional e internacional. Para alcançar este objetivo faz parte da proposta a abertura do evento também para marcas de outros estados’, comenta a assessoria.

O evento destacará a produção de moda de inverno tendo a realização do Showroom de Negócios apenas na edição de novembro. A proposta foi anunciada ao público quase dois meses antes da abertura da sala de desfile da Semana de Moda de Curitiba, evento este que nasceu já com 2 edições anuais.

A SMC é o evento de moda mais recente no Paraná e concentra novas marcas e exibições de estudantes. Em sua 3ª edição, a Semana de Moda de Curitiba tenta conquistar o público com uma feira prêt-à-porter. Buscando sua expansão, o evento migrou da confusa disposição do Memorial de Curitiba para o formato compacto no Museu Oscar Niemeyer, ponto turístico importante na cidade. Ao primeiro olhar você se vê perdido entre pequenos stands enfileirados como em uma feira empresarial, mas com um pouco mais de cuidado é possível identificar espaços de convívio. O evento comporta 2 passarelas, sendo a 2º destinada a desfiles de grupos criativos de estudantes de moda. A proposta é boa, mas infelizmente o público que paga R$10 pelo convite não compreende muito bem uma passarela cercada por puffs quadrados e alguns tapetes.

Há quem diga que há uma briga velada e ainda sem previsões de término entre os dois eventos de moda restantes em Curitiba.

‘No ano passado se falava em restrições entre os eventos. Quem desfilava em um estava proibido de dar as caras em outro. Isso ainda não aconteceu e nem poderia. Só se o estilista repetisse a coleção. A verdade é que Curitiba não trabalha longe dos shoppings’, comentou um assessor esbaforido durante a SMC.

Mas nem todo mundo concorda. Longe dos boatos, uma estudante de moda comentou o que acha sobre a divisão entre os eventos:

‘As marcas tem a mesma cara. Conceitos totalmente diferentes, mas a mesma cara. Acho que tudo isso é uma história que só ajuda os eventos a chamarem público. Quem sabe eles não resolvem se fundir em breve?’.

Quem não está nada contente com a última edição da Semana de Moda de Curitiba são duas estudantes da PUC PR que tiveram seu vestido desaparecido. A peça que consumiu mais de 60 horas de trabalho em papel foi exposta no stand da faculdade e sumiu.

E assim caminham as semanas de moda no Paraná. O estado líder em produção de casulos verdes de seda é também conhecido pelo setor de confecção, mas carece de eventos regionais de maior peso no calendário de moda nacional e de um consumidor engajado e sedento por novidades. As caixas registradoras não param por aqui, mas o público começa a procurar novas alternativas que supram seu desejo por variedade.



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Post de 18, May, 2012

street fashion online
Look da Semana - Gentleman Mode
Um novo jeito de encarar a moda masculina no Brasil
por Gregory Martins
Nesta quinta-feira tem início o projeto Gentleman Mode. 5 blogueiros de moda masculina resolveram se unir para destacar que homem também se veste bem. O projeto formado por Leonardo Azevedo (Armário Masculino), Paulo Mamedes (Dandi Moderno), Rodrigo Perek (Garoto de Grife), Yago Richelly (Taonic) e eu representando o TrendCoffee. 5 estilos e 5 visões completamente distintas sobre moda masculina integram o Gentleman Mode para difundir o seguimento no Brasil.
Para comemorar, iniciamos o projeto com a forma mais eficaz para informar e inspirar: looks bacanas. O tema do GM para esta semana é: ‘Um look que tenha a cara do seu blog’.
Fotos: Mari Leal

Label
Blazer: Riachuelo / Camisa: Renner / Calça: PuraMania / Sapato: Zara / Carteira: Cavezzale / Óculos: Ray-Ban (de todo dia) / Cinto: De alguma fast fashion que não lembro
Dá uma conferida no look dos outros membros do grupo:
 
 
Informação, responsabilidade e interação. O Gentleman Mode reserva planos ambiciosos para 2012 e a gente vem contar tudo para você nas próximas semanas.
Vem com a gente! - Moda Masculina

Look da Semana - Gentleman Mode

Um novo jeito de encarar a moda masculina no Brasil

por Gregory Martins

Nesta quinta-feira tem início o projeto Gentleman Mode. 5 blogueiros de moda masculina resolveram se unir para destacar que homem também se veste bem. O projeto formado por Leonardo Azevedo (Armário Masculino), Paulo Mamedes (Dandi Moderno), Rodrigo Perek (Garoto de Grife), Yago Richelly (Taonic) e eu representando o TrendCoffee. 5 estilos e 5 visões completamente distintas sobre moda masculina integram o Gentleman Mode para difundir o seguimento no Brasil.

Para comemorar, iniciamos o projeto com a forma mais eficaz para informar e inspirar: looks bacanas. O tema do GM para esta semana é: ‘Um look que tenha a cara do seu blog’.

Look do dia masculino com calça coloridaFotos: Mari Leal

Look inspiração do dia masculino

Label

Blazer: Riachuelo / Camisa: Renner / Calça: PuraMania / Sapato: Zara / Carteira: Cavezzale / Óculos: Ray-Ban (de todo dia) / Cinto: De alguma fast fashion que não lembro

Dá uma conferida no look dos outros membros do grupo:

Gentleman Mode Leonardo Azevedo Gentleman Mode Paulo Mamedes

Gentleman Mode Rodrigo Perek Garoto de Grife Yago Richelly Gentleman Mode

Informação, responsabilidade e interação. O Gentleman Mode reserva planos ambiciosos para 2012 e a gente vem contar tudo para você nas próximas semanas.

Vem com a gente!



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Post de 17, May, 2012

street fashion online
O problema em sermos todos iguais
A falta de expressão e individualidade na moda
por Mari Leal
Qual a sensação de ser mais um soldado no exercito dos fashionistas engajados? Esse texto serve para refletir sobre o quão semelhante pessoas com histórias diferentes ao redor do mundo podem ser.

Outro dia me peguei olhando um desses editoriais de publicações bem alternativas. Eram fotos feitas em festas, ruas e apartamentos de Paris, Londres e Barcelona. Tudo bem até ai, já que esses editoriais de linguagem descontraída são realmente interessantes. O problema estava no fato de que nada tornava cada uma daquelas pessoas diferente. Não havia distinção. Eles eram de cidades especificas, mas pareciam membros de uma grande tribo ou de um exercito uniformizado. O tipo de blusa, o corte das calças, as estampas, nada os decifrá-los.
+ A moda de pacotinho e você
+ Um pensamento sem compromisso sobre curadoria tribal
Continuei olhando a revista e minha mente foi ficando cada vez mais apertada. As imagens agora eram de pessoas brasileiras e eu só conseguia saber disso por que existiam algumas placas nas paredes escritas com gírias daqui. Será que somos todos pequenos Legos? Só trocamos as cabeças, mas as roupas continuam as mesmas? O que nos diferencia em uma ‘fábrica’ de modelos iguais? O que nos define culturalmente? Será que queremos que nos reconheçam?

Fiquei cogitando mil possibilidades, imaginei todo tipo de respostas e só consegui cogitar, no fim, que em nossa eterna rotina em busca da aceitação e inclusão, estamos usando a ferramenta mais antiga e prática: disfarces.

Só queremos ser aceitos, queremos ser cosmopolitas, donos do nosso nariz e do mundo, mas para isso diariamente deixamos um pouco de nós para trás e misturamos diversas referências e conceitos em busca de respostas que unificam em um único resultado. Nos apropriamos de hábitos que não são nossos, vivemos experiências que não estavam inseridas na nossa cultura e respondemos por atos que inicialmente não corresponderiam a nossa realidade. Estamos presos em uma rotina que nos define cada vez mais como semelhantes e não como seres individuais, mas quem diz se isso é bom ou ruim é você. Então me diga:
Como você se sente fazendo parte de um tribalismo cosmopolita? - Moda Masculina

O problema em sermos todos iguais

A falta de expressão e individualidade na moda

por Mari Leal

Qual a sensação de ser mais um soldado no exercito dos fashionistas engajados? Esse texto serve para refletir sobre o quão semelhante pessoas com histórias diferentes ao redor do mundo podem ser.

O exército da moda e as tribos urbanas

Outro dia me peguei olhando um desses editoriais de publicações bem alternativas. Eram fotos feitas em festas, ruas e apartamentos de Paris, Londres e Barcelona. Tudo bem até ai, já que esses editoriais de linguagem descontraída são realmente interessantes. O problema estava no fato de que nada tornava cada uma daquelas pessoas diferente. Não havia distinção. Eles eram de cidades especificas, mas pareciam membros de uma grande tribo ou de um exercito uniformizado. O tipo de blusa, o corte das calças, as estampas, nada os decifrá-los.

+ A moda de pacotinho e você

+ Um pensamento sem compromisso sobre curadoria tribal

Continuei olhando a revista e minha mente foi ficando cada vez mais apertada. As imagens agora eram de pessoas brasileiras e eu só conseguia saber disso por que existiam algumas placas nas paredes escritas com gírias daqui. Será que somos todos pequenos Legos? Só trocamos as cabeças, mas as roupas continuam as mesmas? O que nos diferencia em uma ‘fábrica’ de modelos iguais? O que nos define culturalmente? Será que queremos que nos reconheçam?

Moda masculina e o poder de influência sobre tribos

Fiquei cogitando mil possibilidades, imaginei todo tipo de respostas e só consegui cogitar, no fim, que em nossa eterna rotina em busca da aceitação e inclusão, estamos usando a ferramenta mais antiga e prática: disfarces.

A padronização do estilo e do bom gosto na moda masculina

Só queremos ser aceitos, queremos ser cosmopolitas, donos do nosso nariz e do mundo, mas para isso diariamente deixamos um pouco de nós para trás e misturamos diversas referências e conceitos em busca de respostas que unificam em um único resultado. Nos apropriamos de hábitos que não são nossos, vivemos experiências que não estavam inseridas na nossa cultura e respondemos por atos que inicialmente não corresponderiam a nossa realidade. Estamos presos em uma rotina que nos define cada vez mais como semelhantes e não como seres individuais, mas quem diz se isso é bom ou ruim é você. Então me diga:

Como você se sente fazendo parte de um tribalismo cosmopolita?



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Post de 16, May, 2012

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