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+ Tatuagem antes e depois: Como cuidar?
+ As tatuagens sem igual de Peter Aurisch


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29, Abril, 2013

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Por que não temos alfaiataria colorida no Brasil?
Alfaiataria moderna e outros problemas da indústria de moda braseileira
por Dhyogo Oliveira
Uns rápidos acesso aos sites de moda masculina, e a gente já se depara com alfaiataria de todas as cores possíveis em estilos e construções invejáveis. Com a massificação do retrô em peças clássicas reinventadas em cores nada comuns, não é difícil que vejamos por aí ternos coloridos, blazer estampado e camisas mais ousadas para os que vivem do lado de cá. 

Somando esse fato à “abertura dos portos às nações amigas”, leia-se: o acesso dos brasileiros à informação de moda, ao mesmo tempo em que ela surge lá fora, um problema surgiu aqui. Muitos ainda não se deram conta, mas há a falta de preparação do setor têxtil para acompanhar esse novo pensamento masculino de se vestir. E não só os famigerados fashionistas sofrem, mas também o empresário antenado, o novo recém-formado que quer impressionar no primeiro emprego e, porque não, homens que querem apenas se vestir bem? A pesquisa de tendências têxteis (que deveria vir adaptada a esse novo consumo) continua com o pensamento de que moda nacional acontece seis meses depois do resto do mundo. Mas o cenário mudou!

As afirmações acima provam que, na medida em que o homem procura peças de alfaiataria que se assemelham ao que vemos ‘lá fora’ todos os dias por meio de sites, a indústria (agora não só de matéria prima, mas também de varejo) continua oferecendo o feijão-com-arroz de cada dia. O que é incoerente, uma vez que o mercado feminino vira para o lado oposto, conforme destacou o site Chic. As mudanças, desde o estilo básico, estão aí.

É importante destacar que alfaiataria moderna existe no Brasil, mas a preços absurdos, afinal matéria-prima feita em casa é melhor e sai mais caro. Então o jeito é importar, e essa demanda já foi percebida e quase preenchida. Está aí a Topman para não me deixar mentir.
+ Moda de crise: Como tudo mudou e nós nem percebemos?
E aí surgem dois novos problemas: a indústria de varejo, que não consegue competir com as gringas que migram de forma crescente no país, e a indústria têxtil, que por sua vez perde mercado, visto que a própria matéria-prima é também importada a centavos de dólar o metro em muitas marcas que fazem a moda “tipicamente nacional” - isso quando não importam a peça pronta. Muitas tecelagens nacionais, inclusive, para não perderem mercado, já se renderam às importações. Outras mais relutantes e inconformadas acabam fechando as portas. Quem perde nessa história? Nós que temos a informação de frente aos nossos narizes, mas não podemos consumi-la. Um problema na moda nacional que começa tanto de baixo para cima, quanto de cima para baixo. - Moda Masculina

Por que não temos alfaiataria colorida no Brasil?

Alfaiataria moderna e outros problemas da indústria de moda braseileira

por Dhyogo Oliveira

Uns rápidos acesso aos sites de moda masculina, e a gente já se depara com alfaiataria de todas as cores possíveis em estilos e construções invejáveis. Com a massificação do retrô em peças clássicas reinventadas em cores nada comuns, não é difícil que vejamos por aí ternos coloridos, blazer estampado e camisas mais ousadas para os que vivem do lado de cá. 

Somando esse fato à “abertura dos portos às nações amigas”, leia-se: o acesso dos brasileiros à informação de moda, ao mesmo tempo em que ela surge lá fora, um problema surgiu aqui. Muitos ainda não se deram conta, mas há a falta de preparação do setor têxtil para acompanhar esse novo pensamento masculino de se vestir. E não só os famigerados fashionistas sofrem, mas também o empresário antenado, o novo recém-formado que quer impressionar no primeiro emprego e, porque não, homens que querem apenas se vestir bem? A pesquisa de tendências têxteis (que deveria vir adaptada a esse novo consumo) continua com o pensamento de que moda nacional acontece seis meses depois do resto do mundo. Mas o cenário mudou!

As afirmações acima provam que, na medida em que o homem procura peças de alfaiataria que se assemelham ao que vemos ‘lá fora’ todos os dias por meio de sites, a indústria (agora não só de matéria prima, mas também de varejo) continua oferecendo o feijão-com-arroz de cada dia. O que é incoerente, uma vez que o mercado feminino vira para o lado oposto, conforme destacou o site Chic. As mudanças, desde o estilo básico, estão aí.

É importante destacar que alfaiataria moderna existe no Brasil, mas a preços absurdos, afinal matéria-prima feita em casa é melhor e sai mais caro. Então o jeito é importar, e essa demanda já foi percebida e quase preenchida. Está aí a Topman para não me deixar mentir.

+ Moda de crise: Como tudo mudou e nós nem percebemos?

E aí surgem dois novos problemas: a indústria de varejo, que não consegue competir com as gringas que migram de forma crescente no país, e a indústria têxtil, que por sua vez perde mercado, visto que a própria matéria-prima é também importada a centavos de dólar o metro em muitas marcas que fazem a moda “tipicamente nacional” - isso quando não importam a peça pronta. Muitas tecelagens nacionais, inclusive, para não perderem mercado, já se renderam às importações. Outras mais relutantes e inconformadas acabam fechando as portas. Quem perde nessa história? Nós que temos a informação de frente aos nossos narizes, mas não podemos consumi-la. Um problema na moda nacional que começa tanto de baixo para cima, quanto de cima para baixo.




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26, Abril, 2013

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TrendyMen: Simone Righi
A tal da sprezzatura
por Raphael Debei

Boa sexta e bem-vindos a TrendyMen, nossa coluna semanal que está de olho no estilo de homens que tem sempre algo a acrescentar na moda masculina. Nosso escolhido de hoje é um senhor italiano que reforça o pensamento: se a França tem a moda, a Itália sem dúvida tem o estilo. 
O italiano Simone Righi, com 50 anos de idade, só reforça a ideia de que o estilo fica ainda mais refinado com a idade (vide Nick Wooster e Lino Ieluzzi, por exemplo). Por trás da alfaiataria Frasi e artista plástico nas horas vagas, Righi pode ser um bom exemplo da tal sprezzatura que é esse jeito italiano de se vestir “sem força”, como se não se importasse com a aparência. 

Cachecol no lugar da gravata ou junto à ela, calças jeans detonadas com paletós bem cortados, modelagens não convencionais na alfaiataria e um senhor andando de bicicleta de terno completo. É isso o que Simone Righi e toda a sua sprezzatura são! 
Se quiser inspirações para looks descomplicados em alfaiataria, dê uma olhada na nossa galeria:

 - Moda Masculina

TrendyMen: Simone Righi

A tal da sprezzatura

por Raphael Debei

Boa sexta e bem-vindos a TrendyMen, nossa coluna semanal que está de olho no estilo de homens que tem sempre algo a acrescentar na moda masculina. Nosso escolhido de hoje é um senhor italiano que reforça o pensamento: se a França tem a moda, a Itália sem dúvida tem o estilo. 

O italiano Simone Righi, com 50 anos de idade, só reforça a ideia de que o estilo fica ainda mais refinado com a idade (vide Nick Wooster e Lino Ieluzzi, por exemplo). Por trás da alfaiataria Frasi e artista plástico nas horas vagas, Righi pode ser um bom exemplo da tal sprezzatura que é esse jeito italiano de se vestir “sem força”, como se não se importasse com a aparência. 

Simone Righi

Cachecol no lugar da gravata ou junto à ela, calças jeans detonadas com paletós bem cortados, modelagens não convencionais na alfaiataria e um senhor andando de bicicleta de terno completo. É isso o que Simone Righi e toda a sua sprezzatura são! 

Se quiser inspirações para looks descomplicados em alfaiataria, dê uma olhada na nossa galeria:

Coluna TrendMen




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26, Abril, 2013

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Moda de crise
Uma reflexão livre sobre aquilo que não podemos evitar
por Gregory Martins

Todo mundo adora a cena em que Miranda Priestly comenta o sweater de uma Anne Hathaway desajeitada e explica o caminho do cerúleo até aquela peça em O Diabo Veste Prada. Por mais discutível que possa ser a referência, o diálogo deixa uma mensagem na cabeça de todo mundo: Você acha que as roupas não têm nada a ver com você, mas têm! E o que podemos descobrir ampliando a visão sobre o período de moda que vivemos hoje?
Dinheiro perdido e o conservadorismo
Em 2007 a crise econômica teve início em todo o mundo com a quebra do mercado financeiro. Desde então, a moda (e tantas outras indústrias) sofreu (sofreram) cortes expressivos. Diante de um cenário de crise tendemos a bloquear a inovação e desesperadamente voltamos a linha de produção para o convencional com saída/venda rápida. O trauma é normal e acontece a todo momento nas situações mais triviais da nossa vida. Quando tomamos um choque reavaliamos a tentativa (inovação) e apostamos no que nosso pai faria desligando a luz e pegando a fita isolante (convencional). Essa atitude não só dá resultados concretos, como também nos deixa céticos quanto a tentar o choque novamente. Quanto mais céticos em relação ao novo, mais apostamos no velho e nos tornamos temidamente conservadores. E a moda com isso?
Se nos anos 90 tínhamos jardineiras, cores, grunge e, sobretudo, auto-destruição, nos anos 2000 resolvemos revisitar o que deu certo nas décadas passadas. Vale lembrar que, mesmo a crise tendo iniciado nos Estados Unidos, foram os países europeus que sofreram o abalo visível. Isso fez com que a Zona do Euro anunciasse inúmeros pacotes para resgatar o mercado financeiro. Quem estava entre eles? França e Itália, dois dos mais representativos países no quesito moda. Se por um lado a França é conhecida por seu estilo, elegância e histórico na indústria de luxo e alta-costura, a Itália é um dos centros da alfaiataria em produção e execução impecável de peças, assim como a Inglaterra (fora da Zona do Euro).

 Para se ter uma ideia geral, em 2006 - em um cenário de apreensão - a cor do ano escolhida pela Pantone foi a Sand Dollar, um nude inexpressivo que ilustrava com perfeição a preocupação sobre a economia mundial. Não apenas o nude, mas tons branco e cru foram impulsionados em conjunto com matérias primas orgânicas. Menos produção e mais ‘pega ali no quintal e cola aqui’. Leatrice Eiseman, diretora executiva do Instituto Pantone na época, justificou:

“Designers have taken a deep breath for spring 2006. After a few seasons of ‘color! color! color!,’ it’s time to relax a little. Designers are still having fun, but don’t need the stridency.”

A mensagem era clara: coloca água no feijão que não ta fácil para ninguém!
Tudo vira nude ou estampado
No desenrolar da crise vimos peças como as camisetas breton stripes, as famosas listras azuis da marinha francesa, tão queridas por Jean Paul Gaultier, subirem na lista de tendências. Também estiverem em alta o estilo navy, navajo e, claro, blazers. O pensamento é simples: se o mercado interno está tímido, os investimentos para inovação estão baixos e não há previsão de melhora econômica, uma das soluções é apostar no clássico, beirando o caricato, e exportar para quem está chegando agora na brincadeira, no caso, países emergentes. Por não estarem economicamente tão sufocados com dívidas de títulos públicos e com a oportunidade de sanar antigos débitos com o mercado financeiro internacional comprando títulos de países quebrados… era a classe C do mundo que iria consumir.
Breton stripes e estilos navajo e navy são difíceis de exibir se o inverno for rigoroso, afinal os casacos e as sobreposições esconderiam as peças tão características. Blazers são um simbolo de elegância por estarem diretamente combinados a um estilo casual de primavera/verão. É como se olhássemos a peça e pensássemos: ‘Ele é um magnata que está se vestindo normalmente para se parecer com a gente’. Quem quer causar essa impressão? Todos nós, emergentes, mas cuidado… ninguém enfrenta o inverno apenas com um blazer. Ou seja, todas são peças e estilos pensados para climas quentes, onde ironicamente a crise estava esfriando. Grandes massas consumidoras que acabaram de despontar no cenário financeiro mundial eram o ponto de chegada ideal para as exportações com selo ‘Made In Um País Mais Rico Que o Seu’, localidades essas como o Brasil.

Jeremy Scott American Flag Collection Primavera/Verão 2012
Por outro lado, como vimos acontecer em 2001 com o 11 de Setembro, o patriotismo auxilia o povo a se acalmar e acreditar que há alguém olhando e resolvendo as coisas por eles. Apostar no que reconhecemos por caricato, algo tão comum para a realidade do novo desempregado da crise ou, no caso do terrorismo, um país desesperado com a possibilidade de novos ataques, é uma atitude de mão dupla. Usar um shorts com a bandeira americana ou uma camiseta que remete à Marinha é um ato de solidariedade, é como mostrar que você entende a dor pela qual outras pessoas estão passando e, ao mesmo tempo, ser reconhecido como um coletivo. Sendo assim, o trauma é sofrido em grupo e você, mesmo que inconscientemente, consegue acreditar que há solução.
Quanto maior a crise, mais simples fica a roupa. Não à toa a tendência dos últimos anos é o minimalismo. Com menos pano, menos dinheiro é gasto. Essa não é uma exclusividade do nosso tempo. A corte francesa já tinha entendido muito antes quando sua ‘roupa de campo’, o terno, se tornou roupa do dia a dia com a queda da monarquia no país e, por consequência, a retirada de babados e exageros característicos da aristocracia da época. 

Estampas Versace, McQueen e Givenchy
Um traço bastante marcante que vislumbramos hoje é a verdadeira avalanche de estampas. Givenchy, Dolce & Gabbana, McQueen e tantas outras apostaram na criação de estampas transformando-as em ícones em suas coleções prêt-à-porter. As peças de sempre com uma estampa nova em folha a cada temporada. Assim, você não vai apenas usar uma camiseta, você usa uma camiseta McQueen. Além da redução de custos que uma peça deste tipo possibilita, temos a exportação facilitada e venda garantida. Mas é preciso levar isso para o consumidor de uma forma que o faça perceber que os R$25 gastos em uma camiseta Renner são completamente diferentes dos R$200 gastos em uma camiseta Armani que você escolheu bebericando vinho frisante e sendo atendido por um vendedor simpático e bem treinado em um ambiente decorado e perfumado. Você não leva apenas uma camiseta na sacola, você leva uma experiência de luxo.
Mercado de luxo
O mercado de luxo teve um crescimento assombroso no Brasil, digno do  Pão de Açúcar acordar e keep walking. Uma pesquisa da GfK e MCF Consultoria indicou que o Brasil era um dos mercados de luxo mais promissores do mundo em 2010. Carros, jóias, roupas, alimentos e os mais diversos serviços e produtos foram trazidos ao animado consumidor brasileiro convencido pelo discurso de que a nossa economia estava em pleno vapor. Contrariando o fato de que a crise na economia se deu pela quebra do crédito de risco, as marcas de luxo aprenderam que com brasileiro o negócio é parcelar, permitindo assim compras cada vez maiores.

‘As únicas lojas da Tiffany pelo mundo que fazem parcelamento são as lojas do Brasil’, afirma Luciana Marsicano, diretora geral da joalheria de luxo Tiffany & Co. no Brasil.

Se antes casacos suntuosos e sobreposições faziam a diferença no caixa, agora são as camisetas, calças jeans, bolsas e tudo o que tiver a logo da grife que contam no fim das contas do novo consumidor. ‘Ah, mas nos anos 90 também era assim’. É verdade, mas lá nós tínhamos uma infinidade de Fido Dido’s, Nibocobo’s, Levi’s e o cavalinho da Ralph Lauren não ocupava a maior parte da camiseta. Há quem diga que é coisa de ‘novo rico’. Até pode ser, mas eu incluiria ‘novos milionários’ também, uma vez que exibir marcas de luxo é um hábito bastante comum entre os realmente endinheirados pelo mundo, como mostra o Rich Kids of Instagram, um Tumblr dedicado a fotos de Instagram de jovens milionários.
Mas trazer tudo isso para as nossas terras quentes não sai barato! Em 2007 com a crise em evidência, o governo brasileiro fez duas mudanças potenciais. A primeira incentivava a exportação do produto nacional mesmo em tempos de valorização do real (desfavorável para o setor por motivos óbvios). A segunda foi o aumento do imposto máximo de 20% para 35% sobre importações de produtos têxteis. Tudo isso aconteceu em junho e a crise estourou em agosto. Mas afugentados pela queda das vendas nos países ricos, as grandes grifes apostaram no Brasil e inúmeras lojas foram abertas no país. Não à toa o shopping JK Iguatemi era tão esperado em São Paulo e, assim como o Pátio Batel em Curitiba, se dedica primordialmente na recepção de lojas de alto padrão.
A moda brasileira sofre
Se por um lado as grifes internacionais reclamam do excesso de impostos em suas importações, as marcas nacionais reclamam da falta deles. No ano passado, após o desfile da Cavalera no SPFW, profissionais da moda vestiram a camis(et)a e protestaram para alertar o governo da abundância de grandes marcas chegando no país e dos problemas de competitividade com o produto chinês. Grandes marcas ampliam o mercado e se antes o brasileiro tinha que viajar para comprar seus desejos, ocasionando em compras planejadas e temporalmente distantes, hoje basta pegar o carro e ir até o shopping. Essa atitude dificulta a competitividade, entre outros motivos, pela crença de que ‘tudo o que é de fora é melhor’. Ao mesmo tempo, o setor têxtil brasileiro está sucateado em sua maioria e são necessárias muitas importações para manter a qualidade das peças. Importação com taxa elevada é igual roupa mais cara que, por consequência, vende menos e gera menos emprego que, mais tarde, resulta em vendas ainda menores.

Estilistas e profissionais da moda pedem atenção do governo
O reflexo são coleções cada vez mais comerciais para que as marcas possam fazer girar seus investimentos em uma indústria cada vez mais acelerada. Para a moda masculina não é novidade uma passarela repleta de calça jeans, camisa xadrez e algumas estampas. Até mesmo João Pimenta resolveu deixar a inovação e sua face mais conceitual um pouco de lado para apostar nos desejos do consumidor.
Resumindo para quem teve preguiça e alguns pontos para o futuro
Com a crise em evidência a Pantone já captava a atmosfera de medo (afinal, antecipar é a função da empresa) e apostou em cores mais neutras. Não apenas a cartela foi simplificada, mas também a produção das peças em um design primordialmente clean com adições orgânicas que valorizam produções locais e menos suscetíveis a variações de preço de grandes companhias que obviamente sofreriam maiores impactos com a crise. Se por um lado vimos a pasteurização das cores e formas, por outro vimos ascender as estampas nas listas de tendência, assim a mesma peça de cada temporada só precisa de uma aplicação no modelo para se tornar um produto novo no sedento mercado de novidades. Os entusiastas do vintage e do hipster auxiliaram na renovação de peças e na reutilização dos materiais favorecendo o elo fraco da cadeia de consumo, nós mesmos, os mortais assalariados. É como andar com a sua mãe em uma loja de departamento e ela dizer ‘Você não precisa disso, pode usar o que já tem’ a cada peça que você deseja experimentar.
Com a produção mundial de algodão em queda podemos aguardar tendências para o linho nas próximas coleções resort e alto verão pelo mundo. E com a evidência da China no cenário mundial, a possibilidade de que a seda tenha maior participação na alta-costura também existe, além de seus (quase) semelhantes para as redes de fast fashion como o cetim, algo brilhante e sedoso para observar. O material é visto como elegante e exótico, duas justificativas comuns quando o assunto é Ásia. O conservadorismo na produção de moda também deve ficar mais aparente para o consumidor final e arrisco dizer que estilos de vida ortodoxos devem continuar a serem vistos nas passarelas por algum tempo. Mas isso já são suposições, embasadas em pesquisas no WGSN e UseFashon nos últimos meses, mas ainda assim suposições.
Depois de cavar camadas e mais camadas, percebemos que, por fim, o cerúleo é mesmo bem importante. É claro que há tantos outros fatores a serem analisados e agregados à discussão, estes foram apenas alguns para ilustrar que se há 2 coisas que nunca se consegue fugir na vida, por mais que se tente, são a economia e a moda. - Moda Masculina

Moda de crise

Uma reflexão livre sobre aquilo que não podemos evitar

por Gregory Martins

Todo mundo adora a cena em que Miranda Priestly comenta o sweater de uma Anne Hathaway desajeitada e explica o caminho do cerúleo até aquela peça em O Diabo Veste Prada. Por mais discutível que possa ser a referência, o diálogo deixa uma mensagem na cabeça de todo mundo: Você acha que as roupas não têm nada a ver com você, mas têm! E o que podemos descobrir ampliando a visão sobre o período de moda que vivemos hoje?

Dinheiro perdido e o conservadorismo

Em 2007 a crise econômica teve início em todo o mundo com a quebra do mercado financeiro. Desde então, a moda (e tantas outras indústrias) sofreu (sofreram) cortes expressivos. Diante de um cenário de crise tendemos a bloquear a inovação e desesperadamente voltamos a linha de produção para o convencional com saída/venda rápida. O trauma é normal e acontece a todo momento nas situações mais triviais da nossa vida. Quando tomamos um choque reavaliamos a tentativa (inovação) e apostamos no que nosso pai faria desligando a luz e pegando a fita isolante (convencional). Essa atitude não só dá resultados concretos, como também nos deixa céticos quanto a tentar o choque novamente. Quanto mais céticos em relação ao novo, mais apostamos no velho e nos tornamos temidamente conservadores. E a moda com isso?

Se nos anos 90 tínhamos jardineiras, cores, grunge e, sobretudo, auto-destruição, nos anos 2000 resolvemos revisitar o que deu certo nas décadas passadas. Vale lembrar que, mesmo a crise tendo iniciado nos Estados Unidos, foram os países europeus que sofreram o abalo visível. Isso fez com que a Zona do Euro anunciasse inúmeros pacotes para resgatar o mercado financeiro. Quem estava entre eles? França e Itália, dois dos mais representativos países no quesito moda. Se por um lado a França é conhecida por seu estilo, elegância e histórico na indústria de luxo e alta-costura, a Itália é um dos centros da alfaiataria em produção e execução impecável de peças, assim como a Inglaterra (fora da Zona do Euro).

Cores do ano Pantone

Para se ter uma ideia geral, em 2006 - em um cenário de apreensão - a cor do ano escolhida pela Pantone foi a Sand Dollar, um nude inexpressivo que ilustrava com perfeição a preocupação sobre a economia mundial. Não apenas o nude, mas tons branco e cru foram impulsionados em conjunto com matérias primas orgânicas. Menos produção e mais ‘pega ali no quintal e cola aqui’. Leatrice Eiseman, diretora executiva do Instituto Pantone na época, justificou:

“Designers have taken a deep breath for spring 2006. After a few seasons of ‘color! color! color!,’ it’s time to relax a little. Designers are still having fun, but don’t need the stridency.”

A mensagem era clara: coloca água no feijão que não ta fácil para ninguém!

Tudo vira nude ou estampado

No desenrolar da crise vimos peças como as camisetas breton stripes, as famosas listras azuis da marinha francesa, tão queridas por Jean Paul Gaultier, subirem na lista de tendências. Também estiverem em alta o estilo navy, navajo e, claro, blazers. O pensamento é simples: se o mercado interno está tímido, os investimentos para inovação estão baixos e não há previsão de melhora econômica, uma das soluções é apostar no clássico, beirando o caricato, e exportar para quem está chegando agora na brincadeira, no caso, países emergentes. Por não estarem economicamente tão sufocados com dívidas de títulos públicos e com a oportunidade de sanar antigos débitos com o mercado financeiro internacional comprando títulos de países quebrados… era a classe C do mundo que iria consumir.

Breton stripes e estilos navajo e navy são difíceis de exibir se o inverno for rigoroso, afinal os casacos e as sobreposições esconderiam as peças tão características. Blazers são um simbolo de elegância por estarem diretamente combinados a um estilo casual de primavera/verão. É como se olhássemos a peça e pensássemos: ‘Ele é um magnata que está se vestindo normalmente para se parecer com a gente’. Quem quer causar essa impressão? Todos nós, emergentes, mas cuidado… ninguém enfrenta o inverno apenas com um blazer. Ou seja, todas são peças e estilos pensados para climas quentes, onde ironicamente a crise estava esfriando. Grandes massas consumidoras que acabaram de despontar no cenário financeiro mundial eram o ponto de chegada ideal para as exportações com selo ‘Made In Um País Mais Rico Que o Seu’, localidades essas como o Brasil.

Jeremy Scott

Jeremy Scott American Flag Collection Primavera/Verão 2012

Por outro lado, como vimos acontecer em 2001 com o 11 de Setembro, o patriotismo auxilia o povo a se acalmar e acreditar que há alguém olhando e resolvendo as coisas por eles. Apostar no que reconhecemos por caricato, algo tão comum para a realidade do novo desempregado da crise ou, no caso do terrorismo, um país desesperado com a possibilidade de novos ataques, é uma atitude de mão dupla. Usar um shorts com a bandeira americana ou uma camiseta que remete à Marinha é um ato de solidariedade, é como mostrar que você entende a dor pela qual outras pessoas estão passando e, ao mesmo tempo, ser reconhecido como um coletivo. Sendo assim, o trauma é sofrido em grupo e você, mesmo que inconscientemente, consegue acreditar que há solução.

Quanto maior a crise, mais simples fica a roupa. Não à toa a tendência dos últimos anos é o minimalismo. Com menos pano, menos dinheiro é gasto. Essa não é uma exclusividade do nosso tempo. A corte francesa já tinha entendido muito antes quando sua ‘roupa de campo’, o terno, se tornou roupa do dia a dia com a queda da monarquia no país e, por consequência, a retirada de babados e exageros característicos da aristocracia da época. 

Estampas Versace, McQueen e Givenchy

Um traço bastante marcante que vislumbramos hoje é a verdadeira avalanche de estampas. Givenchy, Dolce & Gabbana, McQueen e tantas outras apostaram na criação de estampas transformando-as em ícones em suas coleções prêt-à-porter. As peças de sempre com uma estampa nova em folha a cada temporada. Assim, você não vai apenas usar uma camiseta, você usa uma camiseta McQueen. Além da redução de custos que uma peça deste tipo possibilita, temos a exportação facilitada e venda garantida. Mas é preciso levar isso para o consumidor de uma forma que o faça perceber que os R$25 gastos em uma camiseta Renner são completamente diferentes dos R$200 gastos em uma camiseta Armani que você escolheu bebericando vinho frisante e sendo atendido por um vendedor simpático e bem treinado em um ambiente decorado e perfumado. Você não leva apenas uma camiseta na sacola, você leva uma experiência de luxo.

Mercado de luxo

O mercado de luxo teve um crescimento assombroso no Brasil, digno do  Pão de Açúcar acordar e keep walking. Uma pesquisa da GfK e MCF Consultoria indicou que o Brasil era um dos mercados de luxo mais promissores do mundo em 2010. Carros, jóias, roupas, alimentos e os mais diversos serviços e produtos foram trazidos ao animado consumidor brasileiro convencido pelo discurso de que a nossa economia estava em pleno vapor. Contrariando o fato de que a crise na economia se deu pela quebra do crédito de risco, as marcas de luxo aprenderam que com brasileiro o negócio é parcelar, permitindo assim compras cada vez maiores.

‘As únicas lojas da Tiffany pelo mundo que fazem parcelamento são as lojas do Brasil’, afirma Luciana Marsicano, diretora geral da joalheria de luxo Tiffany & Co. no Brasil.

Se antes casacos suntuosos e sobreposições faziam a diferença no caixa, agora são as camisetas, calças jeans, bolsas e tudo o que tiver a logo da grife que contam no fim das contas do novo consumidor. ‘Ah, mas nos anos 90 também era assim’. É verdade, mas lá nós tínhamos uma infinidade de Fido Dido’s, Nibocobo’s, Levi’s e o cavalinho da Ralph Lauren não ocupava a maior parte da camiseta. Há quem diga que é coisa de ‘novo rico’. Até pode ser, mas eu incluiria ‘novos milionários’ também, uma vez que exibir marcas de luxo é um hábito bastante comum entre os realmente endinheirados pelo mundo, como mostra o Rich Kids of Instagram, um Tumblr dedicado a fotos de Instagram de jovens milionários.

Mas trazer tudo isso para as nossas terras quentes não sai barato! Em 2007 com a crise em evidência, o governo brasileiro fez duas mudanças potenciais. A primeira incentivava a exportação do produto nacional mesmo em tempos de valorização do real (desfavorável para o setor por motivos óbvios). A segunda foi o aumento do imposto máximo de 20% para 35% sobre importações de produtos têxteis. Tudo isso aconteceu em junho e a crise estourou em agosto. Mas afugentados pela queda das vendas nos países ricos, as grandes grifes apostaram no Brasil e inúmeras lojas foram abertas no país. Não à toa o shopping JK Iguatemi era tão esperado em São Paulo e, assim como o Pátio Batel em Curitiba, se dedica primordialmente na recepção de lojas de alto padrão.

A moda brasileira sofre

Se por um lado as grifes internacionais reclamam do excesso de impostos em suas importações, as marcas nacionais reclamam da falta deles. No ano passado, após o desfile da Cavalera no SPFW, profissionais da moda vestiram a camis(et)a e protestaram para alertar o governo da abundância de grandes marcas chegando no país e dos problemas de competitividade com o produto chinês. Grandes marcas ampliam o mercado e se antes o brasileiro tinha que viajar para comprar seus desejos, ocasionando em compras planejadas e temporalmente distantes, hoje basta pegar o carro e ir até o shopping. Essa atitude dificulta a competitividade, entre outros motivos, pela crença de que ‘tudo o que é de fora é melhor’. Ao mesmo tempo, o setor têxtil brasileiro está sucateado em sua maioria e são necessárias muitas importações para manter a qualidade das peças. Importação com taxa elevada é igual roupa mais cara que, por consequência, vende menos e gera menos emprego que, mais tarde, resulta em vendas ainda menores.

Estilistas protesto no SPFW

Estilistas e profissionais da moda pedem atenção do governo

O reflexo são coleções cada vez mais comerciais para que as marcas possam fazer girar seus investimentos em uma indústria cada vez mais acelerada. Para a moda masculina não é novidade uma passarela repleta de calça jeans, camisa xadrez e algumas estampas. Até mesmo João Pimenta resolveu deixar a inovação e sua face mais conceitual um pouco de lado para apostar nos desejos do consumidor.

Resumindo para quem teve preguiça e alguns pontos para o futuro

Com a crise em evidência a Pantone já captava a atmosfera de medo (afinal, antecipar é a função da empresa) e apostou em cores mais neutras. Não apenas a cartela foi simplificada, mas também a produção das peças em um design primordialmente clean com adições orgânicas que valorizam produções locais e menos suscetíveis a variações de preço de grandes companhias que obviamente sofreriam maiores impactos com a crise. Se por um lado vimos a pasteurização das cores e formas, por outro vimos ascender as estampas nas listas de tendência, assim a mesma peça de cada temporada só precisa de uma aplicação no modelo para se tornar um produto novo no sedento mercado de novidades. Os entusiastas do vintage e do hipster auxiliaram na renovação de peças e na reutilização dos materiais favorecendo o elo fraco da cadeia de consumo, nós mesmos, os mortais assalariados. É como andar com a sua mãe em uma loja de departamento e ela dizer ‘Você não precisa disso, pode usar o que já tem’ a cada peça que você deseja experimentar.

Com a produção mundial de algodão em queda podemos aguardar tendências para o linho nas próximas coleções resort e alto verão pelo mundo. E com a evidência da China no cenário mundial, a possibilidade de que a seda tenha maior participação na alta-costura também existe, além de seus (quase) semelhantes para as redes de fast fashion como o cetim, algo brilhante e sedoso para observar. O material é visto como elegante e exótico, duas justificativas comuns quando o assunto é Ásia. O conservadorismo na produção de moda também deve ficar mais aparente para o consumidor final e arrisco dizer que estilos de vida ortodoxos devem continuar a serem vistos nas passarelas por algum tempo. Mas isso já são suposições, embasadas em pesquisas no WGSN e UseFashon nos últimos meses, mas ainda assim suposições.

Depois de cavar camadas e mais camadas, percebemos que, por fim, o cerúleo é mesmo bem importante. É claro que há tantos outros fatores a serem analisados e agregados à discussão, estes foram apenas alguns para ilustrar que se há 2 coisas que nunca se consegue fugir na vida, por mais que se tente, são a economia e a moda.




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25, Abril, 2013

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Peças essenciais no guarda roupa masculino
A moda masculina no Fashion Rio Verão 2013/14
A moda usável para o clima quente
por Thiago Aniceski
O Fashion Rio de verão 2013/14 acabou e o que mais vimos, sem dúvida alguma, foi o uso de pretos e brancos. Em praticamente todos os desfiles que mostraram roupas masculinas essa combinação bicolor democrática esteve presente. Por falar em democrático, essa palavra parece ter guiado os estilistas nesta temporada, pois todas as marcas apresentaram coleções usáveis, feitas para o dia a dia e focadas em seu público. 
Mesclado à cartela preta e branca, cada marca inseriu elementos que deram vida às coleções. A silhueta da temporada passa longe de ser justa no corpo, ela é confortável sem ser desleixada. Perfeita para os dias mais quentes.
Particularmente, gostei muito do desfile d’Oestudio, com roupas de alfaiataria confortável e estampas de origamis usadas com uma espécie de espadrilhas feitas de crochê manual. Tudo muito bonito e leve!
Rique Golçalves, da R.Groove também mostrou que vem amadurecendo coleção após coleção e apresentou uma roupa feita para aquele homem que não quer ousar mas não deixa sua roupa cair em um lugar comum e monótono. Sua coleção é limpa e contemporânea e as estampas de abacaxis prometem fazer bastante sucesso.
Agora, para dar uma direção para quem quer começar a pensar no seu guarda de verão, aqui vai um resumão do que apareceu de mais forte nos looks masculinos desta temporada. Caneta na mão e confiram as imagens abaixo:


Preto e Branco

 R.Groove, Auslander, TNG


Amarelo

Coca Cola, Herchcovitch, R. Groove


Cáqui

Oestúdio, R.Groove


Tie Dye

Blue Man, Herchcovitch e TNG


Prints

2nd Floor, Blue Man, TNG


Transparências

2nd Floor, Coca Cola, R.Groove


Bolsos em couro

Auslander, Herchcovitch

Agora é só aguardar o verão! - Moda Masculina

A moda masculina no Fashion Rio Verão 2013/14

A moda usável para o clima quente

por Thiago Aniceski

O Fashion Rio de verão 2013/14 acabou e o que mais vimos, sem dúvida alguma, foi o uso de pretos e brancos. Em praticamente todos os desfiles que mostraram roupas masculinas essa combinação bicolor democrática esteve presente. Por falar em democrático, essa palavra parece ter guiado os estilistas nesta temporada, pois todas as marcas apresentaram coleções usáveis, feitas para o dia a dia e focadas em seu público. 

Mesclado à cartela preta e branca, cada marca inseriu elementos que deram vida às coleções. A silhueta da temporada passa longe de ser justa no corpo, ela é confortável sem ser desleixada. Perfeita para os dias mais quentes.

Particularmente, gostei muito do desfile d’Oestudio, com roupas de alfaiataria confortável e estampas de origamis usadas com uma espécie de espadrilhas feitas de crochê manual. Tudo muito bonito e leve!

Rique Golçalves, da R.Groove também mostrou que vem amadurecendo coleção após coleção e apresentou uma roupa feita para aquele homem que não quer ousar mas não deixa sua roupa cair em um lugar comum e monótono. Sua coleção é limpa e contemporânea e as estampas de abacaxis prometem fazer bastante sucesso.

Agora, para dar uma direção para quem quer começar a pensar no seu guarda de verão, aqui vai um resumão do que apareceu de mais forte nos looks masculinos desta temporada. Caneta na mão e confiram as imagens abaixo:

Preto e Branco

 R.Groove, Auslander, TNG

Amarelo

Coca Cola, Herchcovitch, R. Groove

Cáqui

Oestúdio, R.Groove

Tie Dye

Blue Man, Herchcovitch e TNG

Prints

2nd Floor, Blue Man, TNG

Transparências

2nd Floor, Coca Cola, R.Groove

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Agora é só aguardar o verão!




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22, Abril, 2013

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TrendyMen: Josh Peskowitz
Um camaleão em estilo
por Raphael Debei
Mais uma TrendyMen está no ar trazendo o estilo de homens que nos inspiram com seu estilo quando o assunto é moda masculina.
Sabe aquela pessoa que você sempre vê em fotos nos blogs e galerias, mas não sabe quem é, o nome e o que faz? Pois é, nosso escolhido de hoje é um desses!
Sempre vi Josh Peskowitz pela internet em Tumblrs, Pinterest e blogs de moda. Seu estilo sempre me chamou a atenção, mas até então não sabia seu nome. Eis que no fim do mês passado descobri e já pensei nele logo para aTrendyMen.
Josh é o atual diretor de moda masculina da multimarcas Bloomingdale, já foi editor do men.style.com e colaborador da Esquire. Ele foi um dos primeiros que vi usando o combo costume e tênis de corrida e é conhecido por ser um camaleão da moda masculina. Josh tem um estilo variado e se adapta bem a todos, sempre usando a alfaiataria como base, combinada com tocas, coletes de matelassê em nylon e até mesmo batas (uma laranja que está na nossa galeria é linda!). Josh é daqueles que se veste de acordo com o humor diário e vale como referência quando o assunto é sobreposições.
Dê uma olhada na nossa galeria e inspire-se!

 - Moda Masculina

TrendyMen: Josh Peskowitz

Um camaleão em estilo

por Raphael Debei

Mais uma TrendyMen está no ar trazendo o estilo de homens que nos inspiram com seu estilo quando o assunto é moda masculina.

Sabe aquela pessoa que você sempre vê em fotos nos blogs e galerias, mas não sabe quem é, o nome e o que faz? Pois é, nosso escolhido de hoje é um desses!

Sempre vi Josh Peskowitz pela internet em Tumblrs, Pinterest e blogs de moda. Seu estilo sempre me chamou a atenção, mas até então não sabia seu nome. Eis que no fim do mês passado descobri e já pensei nele logo para aTrendyMen.

Josh é o atual diretor de moda masculina da multimarcas Bloomingdale, já foi editor do men.style.com e colaborador da Esquire. Ele foi um dos primeiros que vi usando o combo costume e tênis de corrida e é conhecido por ser um camaleão da moda masculina. Josh tem um estilo variado e se adapta bem a todos, sempre usando a alfaiataria como base, combinada com tocas, coletes de matelassê em nylon e até mesmo batas (uma laranja que está na nossa galeria é linda!). Josh é daqueles que se veste de acordo com o humor diário e vale como referência quando o assunto é sobreposições.

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Coluna TrendMen




12, Abril, 2013

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