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O valor de ser diferente
Não se enquadrar na expectativa alheia é um desafio
por Caio Zuccolotto
Enquanto a maioria das pessoas busca seguir um padrão de comportamento, aqueles que ousam fugir do convencional acabam por ser alvo de preconceito e marginalização. Diferente todo mundo é, não conheço um ser humano sequer que seja igual ao outro. O difícil mesmo é encontrar gente disposta a expressar, de fato, suas particularidades. 

Em uma era extremamente paradoxal, que exalta o poder do indivíduo ao mesmo tempo em que difunde o consumo massificado e a afirmação social a partir de signos de juventude, beleza e status, somos aquilo que consumimos. Nosso sucesso está intimamente relacionado ao nosso poder de compra e ao tamanho da nossa conta bancária. 

Assim, quanto mais elementos mostrarem que chegamos lá, melhor. O jeans da marca X, o tênis da marca Y, a camisa polo da grife Z; todo mundo tem (ou quer ter) as mesmas coisas. O cabelo igual ao do fulano, o sorriso igual ao do sicrano, o corpo igual ao do beltrano; todo mundo quer ser a mesma coisa… ou parecer. Quem não entra no jogo, dança. Isso porque a lógica de quem não sai da mesmice é rechaçar tudo aquilo que estiver fora de seu universo, tudo aquilo que ultrapassar seu limitado entendimento. Quando uma visão alternativa de mundo lhes é apresentada, eles logo tentam desqualificá-la, já que o importante é adequar-se, enquadrar-se, adestrar-se. 

Nem sempre é simples fugir da obviedade! A maioria de nós tende a se conformar com aquilo que os outros nos oferecem, aceitando a ‘vida como ela é’ e as ‘coisas como elas são’. Creio ser esta uma forma perigosa de se pensar, pois na medida em que perpetuamos soluções enlatadas, nosso poder criativo se esvai, dando lugar ao tédio, a uma vida sem sentido. Aos que desafiam a imposição do preto no branco, a minha mais sincera admiração. Você tem a coragem de mostrar ao mundo que a originalidade é uma das características mais importante em um ser humano. Para copiar e reproduzir em série existem as máquinas, capazes de fazer este tipo de trabalhar bem melhor do que nós.

Uma vez que temos o dom da inovação, que consigamos aproveitá-lo ao máximo. Que sejamos diferentes, não só em nosso visual, como também em nossas ideias. Que saibamos nos doar de corpo e alma àquilo em que realmente acreditamos. Que deixemos nossa marca, nosso legado. Que façamos a vida valer a pena! - Moda Masculina

O valor de ser diferente

Não se enquadrar na expectativa alheia é um desafio

por Caio Zuccolotto

Enquanto a maioria das pessoas busca seguir um padrão de comportamento, aqueles que ousam fugir do convencional acabam por ser alvo de preconceito e marginalização. Diferente todo mundo é, não conheço um ser humano sequer que seja igual ao outro. O difícil mesmo é encontrar gente disposta a expressar, de fato, suas particularidades

Ser diferente na sociedade Y

Em uma era extremamente paradoxal, que exalta o poder do indivíduo ao mesmo tempo em que difunde o consumo massificado e a afirmação social a partir de signos de juventude, beleza e status, somos aquilo que consumimos. Nosso sucesso está intimamente relacionado ao nosso poder de compra e ao tamanho da nossa conta bancária. 

Assim, quanto mais elementos mostrarem que chegamos lá, melhor. O jeans da marca X, o tênis da marca Y, a camisa polo da grife Z; todo mundo tem (ou quer ter) as mesmas coisas. O cabelo igual ao do fulano, o sorriso igual ao do sicrano, o corpo igual ao do beltrano; todo mundo quer ser a mesma coisa… ou parecerQuem não entra no jogo, dança. Isso porque a lógica de quem não sai da mesmice é rechaçar tudo aquilo que estiver fora de seu universo, tudo aquilo que ultrapassar seu limitado entendimento. Quando uma visão alternativa de mundo lhes é apresentada, eles logo tentam desqualificá-la, já que o importante é adequar-se, enquadrar-se, adestrar-se. 

Fugir da obviedade é comportamento da geração Y

Nem sempre é simples fugir da obviedade! A maioria de nós tende a se conformar com aquilo que os outros nos oferecem, aceitando a ‘vida como ela é’ e as ‘coisas como elas são’. Creio ser esta uma forma perigosa de se pensar, pois na medida em que perpetuamos soluções enlatadas, nosso poder criativo se esvai, dando lugar ao tédio, a uma vida sem sentido. Aos que desafiam a imposição do preto no branco, a minha mais sincera admiração. Você tem a coragem de mostrar ao mundo que a originalidade é uma das características mais importante em um ser humano. Para copiar e reproduzir em série existem as máquinas, capazes de fazer este tipo de trabalhar bem melhor do que nós.

Relatividade nos gostos e particularidades

Uma vez que temos o dom da inovação, que consigamos aproveitá-lo ao máximo. Que sejamos diferentes, não só em nosso visual, como também em nossas ideias. Que saibamos nos doar de corpo e alma àquilo em que realmente acreditamos. Que deixemos nossa marca, nosso legado. Que façamos a vida valer a pena!




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4, Março, 2013

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Nós somos independentes?
De Peter Pan ao refúgio dos pais: estamos prontos para voar sozinhos?
por Edilson Lira Filho em colaboração especial

Hoje eu não pude deixar de pensar em quando nós nos tornamos realmente independentes. Um amigo meu, de vinte e poucos anos, chegou até mim reclamando que a sua mãe entrou com ele na consulta médica. Menos mal: tratava-se de um ortopedista. Não contente de acompanhar o filho, a mãe ainda se intrometeu constantemente na anamnese (entrevista que acontece antes de ser examinado). De tal modo foi forte a sua presença no consultório que em um piscar de olhos o médico voltou sua atenção para ela ao invés do rapaz. 

Não consegui deixar de rir da situação. Mas também perguntei-me: Onde inicia a nossa independência?

Acredito no sentindo amplo da palavra, e não creio que ela seja sinônimo de um capacidade apenas de se sustentar. Percebo que independência acontece quando cortamos o cordão umbilical (não se deve entender no sentido literal e aplica-se ao pai a mesma teoria). O perceptível, contudo, é a comodidade com que cada vez mais as pessoas mantêm-se presas a esse cordão. Como, se em um complexo de Peter Pan, não desejássemos crescer. 

Crescer, não: amadurecer. Porque queremos estar bem crescidinhos para chegar tarde da balada ou dormir fora de casa. E então eu percebi que também era cômodo para os pais deixarem os filhos ainda sob a sua tutela emocional. Lembro que certa vez eu vi uma mãe passarinho ensinar seus filhotes a voar. É claro que isso em uma cidade grande não é tão romântico ou cheio de sentimentalidade quanto no campo. Na verdade, a mãe estava em um fio de alta tensão enquanto seus filhos estavam perto do poste olhando. Então, sem alternativa, batiam as asas e voavam. O engraçado é que logo após aprenderem a voar, eles iam planando cada vez mais longe, indo para outros postes e assim, gradativamente, ganhando outros mundos.

Por que com os homens não acontece o mesmo? 

Dada as devidas proporções, nosso primeiro passo a liberdade foi quando andamos ou quando caminhamos de volta para casa, totalmente embriagados e torcendo para que nossos pais não percebam? De qualquer modo, existe um momento em que isso irá acontecer. Chegará o dia inevitável onde a vida nos mostrará a realidade que durante todo o tempo anterior nos foi negada. 

Não sei se esse dia já chegou para mim, mas com certeza não chegou para o meu amigo. - Moda Masculina

Nós somos independentes?

De Peter Pan ao refúgio dos pais: estamos prontos para voar sozinhos?

por Edilson Lira Filho em colaboração especial

Hoje eu não pude deixar de pensar em quando nós nos tornamos realmente independentes. Um amigo meu, de vinte e poucos anos, chegou até mim reclamando que a sua mãe entrou com ele na consulta médica. Menos mal: tratava-se de um ortopedista. Não contente de acompanhar o filho, a mãe ainda se intrometeu constantemente na anamnese (entrevista que acontece antes de ser examinado). De tal modo foi forte a sua presença no consultório que em um piscar de olhos o médico voltou sua atenção para ela ao invés do rapaz. 

Não consegui deixar de rir da situação. Mas também perguntei-me: Onde inicia a nossa independência?

Independência masculina

Acredito no sentindo amplo da palavra, e não creio que ela seja sinônimo de um capacidade apenas de se sustentar. Percebo que independência acontece quando cortamos o cordão umbilical (não se deve entender no sentido literal e aplica-se ao pai a mesma teoria). O perceptível, contudo, é a comodidade com que cada vez mais as pessoas mantêm-se presas a esse cordão. Como, se em um complexo de Peter Pan, não desejássemos crescer. 

Crescer, não: amadurecer. Porque queremos estar bem crescidinhos para chegar tarde da balada ou dormir fora de casa. E então eu percebi que também era cômodo para os pais deixarem os filhos ainda sob a sua tutela emocional. Lembro que certa vez eu vi uma mãe passarinho ensinar seus filhotes a voar. É claro que isso em uma cidade grande não é tão romântico ou cheio de sentimentalidade quanto no campo. Na verdade, a mãe estava em um fio de alta tensão enquanto seus filhos estavam perto do poste olhando. Então, sem alternativa, batiam as asas e voavam. O engraçado é que logo após aprenderem a voar, eles iam planando cada vez mais longe, indo para outros postes e assim, gradativamente, ganhando outros mundos.

Ser independente e amadurecer

Por que com os homens não acontece o mesmo? 

Dada as devidas proporções, nosso primeiro passo a liberdade foi quando andamos ou quando caminhamos de volta para casa, totalmente embriagados e torcendo para que nossos pais não percebam? De qualquer modo, existe um momento em que isso irá acontecer. Chegará o dia inevitável onde a vida nos mostrará a realidade que durante todo o tempo anterior nos foi negada. 

Não sei se esse dia já chegou para mim, mas com certeza não chegou para o meu amigo.




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27, Fevereiro, 2013

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As mulheres de Roberta Gaspar
Fotógrafa reúne suas ‘mulheres perfeitas’ no livro Living Brasil
por Gregory Martins
Em agosto de 2012, Roberta Gaspar Matyas começou a fotografar as mulheres brasileiras que mais a influenciaram e fizeram parte da sua vida e infância - adolescência - até hoje. Todas elas fazem parte do mercado de entretenimento de alguma maneira.

Com o projeto em andamento, Roberta trabalhou incessantemente onde fotografou, produziu, editou e criou todo o conceito do material que agora se torna livro, o ‘Living Brasil’.

Em 1ª mão: Foto cedida por Roberta Gaspar do retrato de Glória Pires direto do material bruto do photoshoot
Rolaram 3 photoshoots, o primeiro em Los Angeles, Califórnia, o segundo em São Paulo e o terceiro no Rio. Roberta se propôs a viajar para as 3 locações para ir atras das suas ‘mulheres perfeitas’ em suas áreas de convívio reais. Sem ganhar um centavo (muito pelo contrario), os ensaios foram feitos com muito humor e cumplicidade, entre fotografa e modelos. Modelos, que na verdade, viraram personagens para as lentes de Roberta. No livro cada uma delas, carrega um titulo e foram devidamente caracterizadas para saírem dos seus papeis diários de mãe, profissionais, esposas, filhas… Este era exatamente o objetivo da designer/fotografa; que as suas mulheres virassem parte de um imaginário fantasioso.


Thuany Travers

Thuany Travers
Robertas sempre conviveu muito com a vontade de escapar do cotidiano, e criar imagens que enriquecem a mente e que deixam os olhos mais doces também, o conceito saboroso de eyecandy.

Entre as escolhidas estão Gloria Pires e suas filhas Cleo Antonia e Ana Pires, a modelo Marina Dias, a designer Catarina Gushiken que já esteve à frente da Cavalera, entre outras mulheres especiais para a fotógrafa, incluindo a sensacional Thuany Travers que já foi colaboradora  do TrendCoffee.

A fotógrafa Roberta Gaspar
No momento Roberta está a procura de uma editora inteligente, moderna, e criativa para a publicação de seu livro que em breve estará nas livrarias. - Moda Masculina

As mulheres de Roberta Gaspar

Fotógrafa reúne suas ‘mulheres perfeitas’ no livro Living Brasil

por Gregory Martins

Em agosto de 2012, Roberta Gaspar Matyas começou a fotografar as mulheres brasileiras que mais a influenciaram e fizeram parte da sua vida e infância - adolescência - até hoje. Todas elas fazem parte do mercado de entretenimento de alguma maneira.

Fotos de Roberta Gaspar

Com o projeto em andamento, Roberta trabalhou incessantemente onde fotografou, produziu, editou e criou todo o conceito do material que agora se torna livro, o ‘Living Brasil’.

Glória PIres por Roberta Gaspar

Em 1ª mão: Foto cedida por Roberta Gaspar do retrato de Glória Pires direto do material bruto do photoshoot

Rolaram 3 photoshoots, o primeiro em Los Angeles, Califórnia, o segundo em São Paulo e o terceiro no Rio. Roberta se propôs a viajar para as 3 locações para ir atras das suas ‘mulheres perfeitas’ em suas áreas de convívio reais. Sem ganhar um centavo (muito pelo contrario), os ensaios foram feitos com muito humor e cumplicidade, entre fotografa e modelos. Modelos, que na verdade, viraram personagens para as lentes de Roberta. No livro cada uma delas, carrega um titulo e foram devidamente caracterizadas para saírem dos seus papeis diários de mãe, profissionais, esposas, filhas… Este era exatamente o objetivo da designer/fotografa; que as suas mulheres virassem parte de um imaginário fantasioso.

Thuany Travers por Roberta Gaspar

Thuany Travers

Thuany Travers por Roberta Gaspar

Thuany Travers

Robertas sempre conviveu muito com a vontade de escapar do cotidiano, e criar imagens que enriquecem a mente e que deixam os olhos mais doces também, o conceito saboroso de eyecandy.

Cleo Pires pelas lentes de Roberta Gaspar

Entre as escolhidas estão Gloria Pires e suas filhas Cleo Antonia e Ana Pires, a modelo Marina Dias, a designer Catarina Gushiken que já esteve à frente da Cavalera, entre outras mulheres especiais para a fotógrafa, incluindo a sensacional Thuany Travers que já foi colaboradora  do TrendCoffee.

Fotógrafa Roberta Gaspar

A fotógrafa Roberta Gaspar

No momento Roberta está a procura de uma editora inteligente, moderna, e criativa para a publicação de seu livro que em breve estará nas livrarias.




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28, Janeiro, 2013

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Design In House
A inovação que a sua casa estava procurando
por Gregory Martins

A Design In House é a 1ª vitrine de móveis e decoração de alto padrão Curitiba. O sistema une lojas e designer para realizarem todos os desejos dos consumidores e superarem as expetativas. Uma rede de inovação para fazer qualquer um babar.

A vitrine exibe móveis de diferentes estilos, do clássico ao avant-garde, além de oferecer peças de arte, revestimentos especiais, itens deslumbrantes de iluminação (um fator cada vez mais procurado no mercado) e projetos de profissionais renomados. Os produtos são tão diversificados que as únicas coisas que se repetem são o alto padrão de qualidade e o bom gosto.

Para os homens a Design In House oferece uma lista fascinante de peças que deixarão felizes até os consumidores mais exigentes. Adegas, lareiras, papéis de parede invejáveis e poltronas para desejar. Além disso, os projetos realizados pelos designers escolhidos a dedo pela vitrine prometem renovar seu home office e dar aquela ampliada tão esperada no seu closet.

A Design In House desenvolve uma curadoria cuidadosa com as lojas e profissionais indicados objetivando expôr apenas as melhores opções em móveis e decoração de alto padrão. A vitrine oferece alertas de promoções imperdíveis aos clientes que também poderão criar suas listas de open house, desejos e até mesmo selecionar referências para mostrar ao seu arquiteto. Além disso inspiração é o que não falta no Blog DH.

O estilo da sua casa está garantido!

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 - Moda Masculina

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A Design In House é a 1ª vitrine de móveis e decoração de alto padrão Curitiba. O sistema une lojas e designer para realizarem todos os desejos dos consumidores e superarem as expetativas. Uma rede de inovação para fazer qualquer um babar.

Design In House

A vitrine exibe móveis de diferentes estilos, do clássico ao avant-garde, além de oferecer peças de arte, revestimentos especiais, itens deslumbrantes de iluminação (um fator cada vez mais procurado no mercado) e projetos de profissionais renomados. Os produtos são tão diversificados que as únicas coisas que se repetem são o alto padrão de qualidade e o bom gosto.

Design In House

Para os homens a Design In House oferece uma lista fascinante de peças que deixarão felizes até os consumidores mais exigentes. Adegas, lareiras, papéis de parede invejáveis e poltronas para desejar. Além disso, os projetos realizados pelos designers escolhidos a dedo pela vitrine prometem renovar seu home office e dar aquela ampliada tão esperada no seu closet.

Design In House

A Design In House desenvolve uma curadoria cuidadosa com as lojas e profissionais indicados objetivando expôr apenas as melhores opções em móveis e decoração de alto padrão. A vitrine oferece alertas de promoções imperdíveis aos clientes que também poderão criar suas listas de open house, desejos e até mesmo selecionar referências para mostrar ao seu arquiteto. Além disso inspiração é o que não falta no Blog DH.

Design In House blog

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Publieditorial Design In House




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23, Janeiro, 2013

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O fim chegou! 
Reavaliando os problemas e encarando um novo ponto de vista
Por André Chiarati

Final de mês, de ano, de semana, do mundo. Do mundo? Acho que não. Como diz um amigo meu, ‘é só rodar o calendário Maia novamente que começa tudo de novo’. O fato é que diante do fim (seja ele qual for) sentimos a necessidade de reavaliar o caminho percorrido até então. É a famosa retrospectiva. Você já fez a sua?
Este ano foi um ano marcado por grandes fatos: Hebe morreu, Corinthians foi campeão duas vezes, Obama foi reeleito e por aí vai. Diante de tantas informações, pelas quais somos bombardeados todos os dias, nos esquecemos daquelas que nos fizeram mais feliz. É mais fácil lembrar-se do que nos machucou do que o que nos fez um tremendo bem. Por isso, proponho um exercício: liste 10 coisas que você lembra que marcaram negativamente a sua vida em 2012, e outras 10 que marcaram positivamente. Não importa a ordem nem o peso, apenas liste.

Dedique um tempo para avaliar o que foi negativo. Perceba a sua reação ao revisitar aquele momento. Com o tempo percebemos que aquela sensação vivida após o trauma perde a força e a intensidade, e passa a ter uma importância menor. Olhar ela, junto com algumas outras em uma lista, faz você se questionar: mas por que eu fiquei bolado com isso? Minha avó sempre dizia: nada como o tempo e o travesseiro para dizer o que fazer e o que pensar. Por isso, pense duas vezes antes de alimentar algum rancor: além de ser prejudicial à saúde, é uma perda de tempo. Cogite pedir perdão por algo que cometeu ou perdoar alguém que o prejudicou. Além disso, é bom saber como você reage perante determinadas situações, pois na próxima vez já pode se antecipar e evitar que algo assim aconteça novamente.
Agora volte à lista das coisas positivas e tire dali exemplos que você pode adotar mais vezes, para ter mais momentos felizes ao longo do próximo ano. Proponho que, ao invés de metas novas e impossíveis, em 2013, você aproveite para traçar metas em cima de coisas que já realizou e que poderiam ser feitas com mais frequência. As minhas com certeza são andar mais de bicicleta, dançar mais, cozinhar mais para os amigos, ver o sol nascer mais vezes, escrever mais, ir mais à praia, viajar mais para visitar os amigos de longe. Foram coisas assim que me fizeram feliz. E como diz a música: ‘não existe felicidade, o que existe na vida são momentos felizes’. Então por que insistir naquilo que não te dá prazer? Podemos ser felizes, viver sem sofrer. Tudo é uma questão de ponto de vista. 
Encerro com o pensamento que define muito bem, ao menos para mim, o que é levar a vida encarando o lado bom dela: o jogo do contente da Pollyana, personagem ícone da literatura infanto-juvenil mundial. É um livro sobre resignificar, ou seja, dar um novo sentido ao que pode ser considerado batido, banal. ‘Em tudo há sempre alguma coisa capaz de deixar a gente alegre; a questão é descobri-la’. 
Vai lá, aproveita que o mundo tá acabando e descubra como seria se você pudesse se reinventar e fazer o seu mundo ser diferente! 
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O fim chegou! 

Reavaliando os problemas e encarando um novo ponto de vista

Por André Chiarati

Reavaliar seu ano e tirar os pontos bons vale a pena para 2013

Final de mês, de ano, de semana, do mundo. Do mundo? Acho que não. Como diz um amigo meu, ‘é só rodar o calendário Maia novamente que começa tudo de novo’. O fato é que diante do fim (seja ele qual for) sentimos a necessidade de reavaliar o caminho percorrido até então. É a famosa retrospectiva. Você já fez a sua?

Este ano foi um ano marcado por grandes fatos: Hebe morreu, Corinthians foi campeão duas vezes, Obama foi reeleito e por aí vai. Diante de tantas informações, pelas quais somos bombardeados todos os dias, nos esquecemos daquelas que nos fizeram mais feliz. É mais fácil lembrar-se do que nos machucou do que o que nos fez um tremendo bem. Por isso, proponho um exercício: liste 10 coisas que você lembra que marcaram negativamente a sua vida em 2012, e outras 10 que marcaram positivamente. Não importa a ordem nem o peso, apenas liste.

Reavalie seu ano e tire pontos positivos para 2013

Dedique um tempo para avaliar o que foi negativo. Perceba a sua reação ao revisitar aquele momento. Com o tempo percebemos que aquela sensação vivida após o trauma perde a força e a intensidade, e passa a ter uma importância menor. Olhar ela, junto com algumas outras em uma lista, faz você se questionar: mas por que eu fiquei bolado com isso? Minha avó sempre dizia: nada como o tempo e o travesseiro para dizer o que fazer e o que pensar. Por isso, pense duas vezes antes de alimentar algum rancor: além de ser prejudicial à saúde, é uma perda de tempo. Cogite pedir perdão por algo que cometeu ou perdoar alguém que o prejudicou. Além disso, é bom saber como você reage perante determinadas situações, pois na próxima vez já pode se antecipar e evitar que algo assim aconteça novamente.

Agora volte à lista das coisas positivas e tire dali exemplos que você pode adotar mais vezes, para ter mais momentos felizes ao longo do próximo ano. Proponho que, ao invés de metas novas e impossíveis, em 2013, você aproveite para traçar metas em cima de coisas que já realizou e que poderiam ser feitas com mais frequência. As minhas com certeza são andar mais de bicicleta, dançar mais, cozinhar mais para os amigos, ver o sol nascer mais vezes, escrever mais, ir mais à praia, viajar mais para visitar os amigos de longe. Foram coisas assim que me fizeram feliz. E como diz a música: ‘não existe felicidade, o que existe na vida são momentos felizes’. Então por que insistir naquilo que não te dá prazer? Podemos ser felizes, viver sem sofrer. Tudo é uma questão de ponto de vista. 

Encerro com o pensamento que define muito bem, ao menos para mim, o que é levar a vida encarando o lado bom dela: o jogo do contente da Pollyana, personagem ícone da literatura infanto-juvenil mundial. É um livro sobre resignificar, ou seja, dar um novo sentido ao que pode ser considerado batido, banal. ‘Em tudo há sempre alguma coisa capaz de deixar a gente alegre; a questão é descobri-la’. 

Vai lá, aproveita que o mundo tá acabando e descubra como seria se você pudesse se reinventar e fazer o seu mundo ser diferente! 




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21, Dezembro, 2012

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O problema dos 20 e poucos
A classe média entre as idades
por Gregory Martins

Ter 20 e poucos anos é como ser da classe média. Você não é suficientemente pobre para te darem um auxílio e nem suficientemente rico para não precisar de ajuda. Ter 20 e poucos anos é, possivelmente, a fase mais difícil de (se) entender.
Sempre tive muita sorte com coisas de colégio. Não importava o que eu fizesse, as pessoas olhavam com admiração e respeito por, mesmo tão novo, estar realizando bons projetos. Confesso ter me acostumado com essa ideia que esteve presente desde os primeiro anos de escola até o vestibular. E, com isso, me distanciei da realidade.
Agora com 23 anos não importa o que eu faça, pode ser um projeto enorme com 50 gigantes entre as revistas de moda do mundo ou uma entrevista exclusiva com um grande designer, a sensação do relógio ter parado é sempre a mesma. Você entra em um fluxo em que nada pode ser feito a não ser trabalhar e esperar pelo melhor. Não temos mais idade para sermos considerados prodígios e nem mesmo para sermos levados em consideração de uma forma respeitosa em relação a nossas experiências. Nós ficamos nesse meio entre a imaturidade e a maturidade, um meio que não diz nada, não paga as contas e não te deixa feliz.
Possivelmente, ter 20 e poucos anos seja um período exclusivo para amadurecer e perceber, caso ainda não tenha passado por isso, como a realidade, cruel e simplesmente, é. Ter 20 e poucos anos é assumir que você, mesmo no canto mais profundo do seu coração, ainda é um adolescente perdido na terra de gigantes experientes que irão, mais cedo ou mais tarde, te escravizar nesse sistema que chamamos de ‘independência financeira’. É fazer, não importa o que, e esperar pelo melhor resultado se conformando de que ele não virá agora.
Talvez a grande lição dos 20 e poucos anos seja aprender que o equilíbrio só acontece quando você abre mão de coisas importantes. Que perder dói, que vencer envolve sacrifícios que você nunca imaginou passar e que, inevitavelmente, uma hora você se sentirá uma alma perdida em uma imensidão escura.
Ter 20 e poucos anos é aceitar a si mesmo, sua família e seus amigos e, sobretudo, se apegar a eles como se fossem o último fósforo da caixinha. Aquele palitinho que te salva caso você caia na escuridão profunda. Mas é também a hora de se arriscar, de tentar, de quebrar a cara e de esquecer, de uma vez por todas, que algo pode ser definitivo. ‘Tudo é definitivo até mudar’, me disse uma vez um professor de física no colégio. É hora de perceber que você consegue passar por dificuldades nunca antes cogitadas, de perceber que 5 reais gastos de uma forma estúpida podem fazer falta… e farão.
Os 20 e poucos anos separam os meninos dos homens. - Moda Masculina

O problema dos 20 e poucos

A classe média entre as idades

por Gregory Martins

Passando pelos vinte e poucos anos

Ter 20 e poucos anos é como ser da classe média. Você não é suficientemente pobre para te darem um auxílio e nem suficientemente rico para não precisar de ajuda. Ter 20 e poucos anos é, possivelmente, a fase mais difícil de (se) entender.

Sempre tive muita sorte com coisas de colégio. Não importava o que eu fizesse, as pessoas olhavam com admiração e respeito por, mesmo tão novo, estar realizando bons projetos. Confesso ter me acostumado com essa ideia que esteve presente desde os primeiro anos de escola até o vestibular. E, com isso, me distanciei da realidade.

Agora com 23 anos não importa o que eu faça, pode ser um projeto enorme com 50 gigantes entre as revistas de moda do mundo ou uma entrevista exclusiva com um grande designer, a sensação do relógio ter parado é sempre a mesma. Você entra em um fluxo em que nada pode ser feito a não ser trabalhar e esperar pelo melhor. Não temos mais idade para sermos considerados prodígios e nem mesmo para sermos levados em consideração de uma forma respeitosa em relação a nossas experiências. Nós ficamos nesse meio entre a imaturidade e a maturidade, um meio que não diz nada, não paga as contas e não te deixa feliz.

Possivelmente, ter 20 e poucos anos seja um período exclusivo para amadurecer e perceber, caso ainda não tenha passado por isso, como a realidade, cruel e simplesmente, é. Ter 20 e poucos anos é assumir que você, mesmo no canto mais profundo do seu coração, ainda é um adolescente perdido na terra de gigantes experientes que irão, mais cedo ou mais tarde, te escravizar nesse sistema que chamamos de ‘independência financeira’. É fazer, não importa o que, e esperar pelo melhor resultado se conformando de que ele não virá agora.

Talvez a grande lição dos 20 e poucos anos seja aprender que o equilíbrio só acontece quando você abre mão de coisas importantes. Que perder dói, que vencer envolve sacrifícios que você nunca imaginou passar e que, inevitavelmente, uma hora você se sentirá uma alma perdida em uma imensidão escura.

Ter 20 e poucos anos é aceitar a si mesmo, sua família e seus amigos e, sobretudo, se apegar a eles como se fossem o último fósforo da caixinha. Aquele palitinho que te salva caso você caia na escuridão profunda. Mas é também a hora de se arriscar, de tentar, de quebrar a cara e de esquecer, de uma vez por todas, que algo pode ser definitivo. ‘Tudo é definitivo até mudar’, me disse uma vez um professor de física no colégio. É hora de perceber que você consegue passar por dificuldades nunca antes cogitadas, de perceber que 5 reais gastos de uma forma estúpida podem fazer falta… e farão.

Os 20 e poucos anos separam os meninos dos homens.




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10, Dezembro, 2012

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