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Melhores figurinos do cinema

Meninos vs Homens
Sua foto na geladeira
por Gregory Martins
A Imagram é uma empresa que transforma as fotos de Instagram de seus cliente em imã de geladeira. A ideia é tão legal que tem movido muita gente para testar o serviço.




Quanto custa a brincadeira? O menor pacote tem 3 imãs e custa R$10. O maior envolve 10 imãs e custa R$20, além de todos os pacotes terem frete grátis.
Agora é só aproveitar colocando seus melhores clicks na porta da geladeira!
Para você que está se questionando e pronto para exigir seus direitos: Este não é um post pago, apenas compartilhamos uma ideia bacana. Fique tranquilo, nós não escondemos publipost.
O novo bon vivant e as atividades ao ar livre da geração Y
por Rafael Bittencourt
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Muito se diz por aí sobre como se comporta a nova geração que vem dominando o mundo, assim como sustentabilidade e todo o combo.

Assistindo às duas temporadas da findada série da HBO, How To Make It in America, a história que mais me chamou a atenção foi a da personagem de Lake Bell, Rachel Chapman. Ela era a representação clara de uma jovem adulta que se encontra no meio de uma realidade que não a preenche ou, ao menos, excita. Se sentindo na obrigação de viajar até o outro lado do mundo para, no fim das contas, trazer num baú um grande vazio de volta à Big Apple.
O que a mais fascina na verdade, é o encontro com um personagem que planta tomates e é dono da marca “rival” à de seu ex-namorado e protagonista da série.
A ideia de plantar tomates no próprio jardim e andar de bicicleta à noite pelas ruas de Nova Iorque com um grupo de amigos que fogem completamente ao estereótipo ‘hippie-eco-vegan-saudosista panfletário’, a encanta e de alguma maneira, inspira e afaga.
Essa necessidade por atividades em grupos, onde é possível desenvolver o mínimo de reflexão e inovação em algum lugar inesperado e menos acadêmico que sua sala de aula ou numa sala de terapia em grupo, fazem com que sites como o Eat With Me, sejam um sucesso.

O Eat With Me é uma rede social em que você posta seu picnic e convida pessoas a participar com você, e pelos relatos na web, a proposta vai muito além do tipo de coisa falada no picnic das socialites paulistas.
Ainda assim, venho percebendo um comportamento muito mais bon vivant dessa geração, da qual eu faço parte, do que muitos podem imaginar. E não digo que isso acontece de uma forma hedonista vazia e fútil, pois na verdade o background é exatamente a tal sustentabilidade.
Outro bom exemplo desse comportamento ‘orgânico’ é a loja Beam & Anchor. Eles uniram alguns amigos artistas e artesãos e abriram uma loja que também funciona como ateliê colaborativo para a produção de objetos, assim como a venda de outros selecionados à dedo pelos donos que incluem algumas antiguidades.
A parte mais interessante é que isso não funciona em nenhuma metrópole. A loja foi aberta em um antigo depósito abandonado numa área extremamente industrial chamada Albina, ao norte de Portland, no estado de Oregon nos EUA. Aliás, o imóvel foi emprestado aos donos da B&A pelo proprietário que só queria dar uma utilidade ao local com a condição de respeitarem a estrutura.

Além disso, a busca por um lugar ao sol, tem feito o jovem brasileiro refletir. Nossa cultura nos fez acreditar que contato com a natureza estava intrinsecamente ligado à praia ou ao meio rural - quando muito, aos campings, que geralmente estão recheados de rodinhas de violão com Raul Seixas nas camisetas.
O contato forte com a cultura européia dos últimos anos, tem feito o jovem repensar essa realidade e exigir o mínimo: áreas verdes nos centros urbanos. Não faz mais sentido ter que sair da cidade onde mora para desfrutar alguns instantes de ócio in natura.
A Ray-Ban inclusive facilitou a vida dos amantes do Sol nesse início de verão no hemisfério norte, lançando um aplicativo chamado Bright Light, que mostra os pontos de luz em determinados horários na cidade, sugere estabelecimentos que estarão sendo banhados pelo sol em determinado momento do dia e até traça um caminho para você acompanhar a luz do dia, driblando as sombras dos arranha-céus.
Mesmo que alguns escritórios de tendência tenham detectado um certo movimento de valorização ao provincianismo, e volta das pessoas às cidades de origem em busca de mais qualidade de vida, é importante entender que a tal geração Y nunca quis uma coisa só. O lema ‘tudo ao mesmo tempo e agora’ serve também na luta pela natureza juntamente aos centros urbanos.
O olhar de uma mãe e um desabafo com muitas verdades
por Carmen Lúcia Ribas Malachini Johnsson em colaboração especial
Nos últimos dias um caso assustador tem rodado em Curitiba. Um menino de 18 anos teve a perna amputada após um suposto desentendimento com seguranças em uma casa noturna na cidade. Ainda não se pode afirmar o que aconteceu, mas você pode entender melhor o caso.
Entre os diversos comentários, encontrei o texto da Carmem, uma psicóloga e mãe, que resolveu se manifestar. A visão dela é bastante curiosa: Você está acostumado em ser mal tratado na balada! Pensando nisso quero compartilhar esta visão externa e, com a devida autorização da autora, você pode ler abaixo:
Aos meus filhos, amigos dos meus filhos, amigos dos amigos… Aos jovens em geral.
Até quando vocês serão humilhados, desrespeitados, maltratados e até surrados nessas casas que vocês frequentam? Lembrem-se que esses bares, essas baladas são comércio, onde o cliente deve ser respeitado e bem tratado. Mas não é bem assim… O que nós temos:
1. Filas imensas para entrar. Faça chuva, faça frio, não interessa! Filas estas, muitas vezes desnecessárias, cultivadas só para dar mais IBOPE ou status para o lugar. Ora, se o lugar já está lotado, dispensem as pessoas que elas irão procurar outro. Lugar lotado é sinal de atendimento péssimo, acomodação péssima e confusão, já que é impossível transitar adequadamente num lugar assim. Não raro vocês são assaltados por ‘frequentadores’ (celular, relógio) e quando isso ocorre a casa não considera e nem se responsabiliza, como se esses bens caíssem do céu.
2. Pagamento para entrar (já que estamos falando em assaltante). Paga-se o quê? Couvert artístico? Isso é de responsabilidade da casa! Ela que optou. Isso faz parte da política de comércio da casa, não é dos frequentadores. Justo seria pagar para ir a um show, desde que se opte por isso. O que não é o caso. Além do que, isso já está pago nos preços aviltantes que são cobrados nesses estabelecimentos. Lucros de 500% a 700% por uma garrafa de água. O que é isso? Ah, consumação é que não é porque tem que pagar a parte o que se consome. Volto a perguntar: Paga-se o quê? Imagine, se a moda pega! Teremos então que pagar para entrar numa farmácia, numa panificadora, num supermercado pela musiquinha que lá toca para atrair os cliente. Teríamos que pagar os seguranças, os guardas noturnos e tudo o mais que isso exige. Isso é o ônus do comércio. Infelizmente essas casas de baladas ou bares só querem o bônus.
+ Ta achando que balada é bagunça?
3. Vocês jovens, nesses lugares, são tratados como pedintes e não como consumidores. Têm que implorar para serem atendidos e quando isso ocorre os garçons não os servem, mas jogam o produto pedido sobre o balcão. Porém os 10% de gorjeta são obrigatórios e inclusos na conta, como se vocês fossem muito bem atendidos.
4. Filas imensas para sair e pagar. Ora, se alguém quer receber, esse alguém tem que se apresentar. Novamente não é o caso. Vocês têm a obrigatoriedade de enfrentar filas, perder tempo, conter a irritação porque esses estabelecimentos não contratam pessoas para executar esse serviço. Lógico, quanto menos mão de obra, maior é o lucro, como se já não fosse o bastante os 500%, 700% de lucro sobre cada produto.

Exijam respeito! Vocês possuem uma identidade, vocês possuem um nome. Vocês são filhos de alguém que os criou com amor e muitas vezes com sacrifício e investiu (e muito!) na educação, saúde e vestuário de vocês. Não se submetam a esses maus tratos, achando que é normal. Não é! Ninguém pode humilhá-los ou maltratá-los moral ou psicologicamente – nas famosas e malditas salinhas. Ninguém, mas ninguém mesmo, pode agredi-los. Isso é constitucional! Ninguém pode usar de coerção física, ou de qualquer outra. Quem são esses seguranças contratados por essas casas de comércio? Na grande maioria são pessoas que foram expulsas das corporações onde serviam por apresentarem um nível elevado de agressividade. Ora, se foram expulsos é porque já eram agressivos com os ‘bandidos’. Mas agora, com o aval dessas casas que os contratam, eles podem extravasar essa hostilidade e agressividade nos que eles chamam de ‘filhinhos de papai’, o que para eles é muito melhor, pois muitos descontam em vocês a frustração de não ter tido um. Para ser segurança profissional, é necessário formação, onde eles estudam e aprendem técnicas para conter qualquer tipo de problema. Estudam psicologia, para compreender o comportamento. Estudam filosofia e ética para respeitar o ser humano. Enfim, é uma profissão admirável. Só que é caro.

Imponham-se como homens e exijam serem tratados como tal e não como animais, que é como eles os tratam. O que não compreendo é que além de tudo isso, além de serem surrados e desrespeitados, vocês voltam lá, nesses mesmos lugares, para lamber a mão de quem os maltratou. Daí fica difícil para vocês - mais ainda para nós, pais - e fácil, mas muito fácil, para esses comerciantes que tratam as vítimas como culpados.
* Carmen Lúcia Ribas Malachini Johnsson é psicóloga e mãe de 3 filhos
5 coisas que você não pode esquecer nesse fim de semana
por Jorge Abrão
Se fosse para ficar quieto no canto eram melhor ter ficado em casa! Mas antes de sair se jogando é bom ter em mente algumas coisinhas para não estragar a noite de ninguém (muito menos a sua).
Prepare-se

Isso não é pedir muito! Falo só de tomar um banho, escolher o que vestirá (teremos mais post para te ajudar sobre isso), e se nunca tiver ido ao lugar procure fazer uma busca rápida pela internet e/ou pergunte a amigos que já foram. É sempre bom saber quem vai naquela balada, que tipo de música toca lá e onde fica o bar.
+Foto de balada? 15 dicas de fotogenia que a gente só conta para você!
Trate bem o staff

Vamos combinar que essa coisa de tratar funcionário mal só é engraçado em novela? Tratar mal o barman ou o segurança não irá melhorar sua vida (nem a deles). Outra coisa: não banque o BFF da hostess, nem diga que é amigo do dono se você não for e não minta que seu nome está na lista. Isso é chato e fica obvio que é falso, além de ninguém gostar de contato fake.
Não dê PT

Não estou falando do partido, falo de beber até passar realmente mal. O sábio já dizia ‘num guenta, bebe leite!’. Se você não é capaz de beber grandes quantidades de álcool e manter a dignidade, não beba! Ninguém gosta de ficar cuidando de bêbado sem noção. Você realmente quer ser um? Fica a dica: intercale um refrigerante ou água entre os bons drinks.
Evite confusões

As outras pessoas também pagaram para estar ali, então não se ache o dono do lugar. Não precisa ser um doce de pessoa, mas seja o mínimo simpático e educado. Você saiu para se divertir, não para arrumar briga (se essa é sua intenção, acho que você está indo no lugar errado).
Socialize, dance, divirta-se

Você saiu de casa com esse objetivo, né? Então cumpra-o! Ria com seus amigos, faça novos, dance de olho fechado (mas nada de coreografia da Beyonce), se estiver afim e for correspondido beije, etc, etc etc… Enfim, Have fun!
Lembre-se: não importa o que vista, sua atitude conta muito mais.
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